-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Giovanni Diodati Bible (1649) -
-
1
|Josué 6:1|
OR Gerico era serrata ed abbarrata, per tema de´ figliuoli d´Israele; niuno ne usciva, e niuno vi entrava.
-
2
|Josué 6:2|
E il Signore disse a Giosuè: Vedi, io ti do nelle mani Gerico, e il suo re, e la sua gente di valore.
-
3
|Josué 6:3|
Voi dunque, quanti siete uomini di guerra, circuite la città, aggirandola una volta.
-
4
|Josué 6:4|
Fa´ così per sei giorni. E sette sacerdoti portino davanti all´Arca sette trombe da sonar suono d´allegrezza; e al settimo giorno circuite la città sette volte, e suonino i sacerdoti con le trombe.
-
5
|Josué 6:5|
E quando soneranno alla distesa col corno da sonar suono d´allegrezza, e voi udirete il suon delle trombe, sclami tutto il popolo con gran grida; e le mura della città caderanno sotto di sè, e il popolo vi salirà dentro, ciascuno dirincontro a sè.
-
6
|Josué 6:6|
Allora Giosuè, figliuolo di Nun, chiamò i sacerdoti, e disse loro: Portate l´Arca del Patto sopra le vostre spalle; e sette sacerdoti portino davanti all´Arca del Signore sette trombe da sonar suono d´allegrezza.
-
7
|Josué 6:7|
Disse ancora al popolo: Passate, e circuite la città; e passi la gente di guerra davanti all´Arca del Signore.
-
8
|Josué 6:8|
E quando Giosuè ebbe detto questo al popolo, i sette sacerdoti, portando sette trombe da sonar suono d´allegrezza davanti al Signore, passarono oltre, e sonarono con le trombe; e l´Arca del Patto del Signore andava dietro a loro.
-
9
|Josué 6:9|
E la gente di guerra camminava dinanzi a´ sacerdoti che sonavano con le trombe; ma la retroguardia camminava dietro all´Arca; camminando si sonava con le trombe.
-
10
|Josué 6:10|
Or Giosuè avea comandato al popolo, dicendo; Non isclamate, e non fate udir la vostra voce, e non esca dalla vostra bocca parola alcuna, fino al giorno che io vi dirò: Sclamate; allora sclamate.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva