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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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|Josué 4:2|
Pigliatevi dodici uomini del popolo, un uomo di ciascuna tribù;
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|Josué 4:3|
e comandate loro, dicendo: Toglietevi di qui, di mezzo del Giordano, dal luogo dove i piedi de´ sacerdoti stanno fermi, dodici pietre, e portatele di là dal Giordano con voi, e posatele nell´alloggiamento, nel quale voi alloggerete questa notte;
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4
|Josué 4:4|
Giosuè chiamò i dodici uomini, i quali egli avea ordinati d´infra i figliuoli d´Israele, un uomo di ciascuna tribù,
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5
|Josué 4:5|
e disse loro: Passate dinanzi all´Arca del Signore Iddio vostro, in mezzo al Giordano, e levisi ciascun di voi in ispalla una pietra, secondo il numero delle tribù de´ figliuoli d´Israele.
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6
|Josué 4:6|
Acciocchè questo sia un segnale nel mezzo di voi. Quando i vostri figliuoli vi domanderanno nel tempo a venire, dicendo: Che voglion dire queste pietre che avete qui?
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7
|Josué 4:7|
Voi direte loro: Come l´acque del Giordano vennero meno d´innanzi all´Arca del Patto del Signore, quando ella passò il Giordano; e che queste pietre sono state poste per ricordanza a´ figliuoli d´Israele, in perpetuo.
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8
|Josué 4:8|
E i figliuoli d´Israele fecero come Giosuè avea comandato; e tolsero, secondo che il Signore avea detto a Giosùe, dodici pietre di mezzo al Giordano, secondo il numero delle tribù de´ figliuoli d´Israele; e le portarono di là dal Giordano con loro, all´alloggiamento, e quivi le posarono.
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9
|Josué 4:9|
Giosuè ancora rizzò dodici pietre in mezzo al Giordano, nel luogo stesso dove i piedi de´ sacerdoti che portavano l´Arca del Patto s´erano fermati; le quali son restate quivi infino a questo giorno.
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10
|Josué 4:10|
I sacerdoti adunque che portavano l´Arca stettero ritti in mezzo al Giordano, finchè tutte le cose che il Signore avea comandate a Giosuè di dire al popolo furono finite, secondo tutto ciò che Mosè avea comandato a Giosuè; e il popolo si affrettò di passare.
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11
|Josué 4:11|
E, quando tutto il popolo ebbe finito di passare, l´Arca del Signore passò anche essa, e i sacerdoti si misero dinanzi al popolo.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva