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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Kutsal İncil -
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1
|Gênesis 14:1|
Bu arada Şinar Kralı Amrafel, Ellasar Kralı Aryok, Elam Kralı Kedorlaomer ve Goyim Kralı Tidal
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2
|Gênesis 14:2|
Sodom Kralı Beraya, Gomora Kralı Birşaya, Adma Kralı Şinava, Sevoyim Kralı Şemevere ve Bala -Soar- Kralına karşı savaş açtı.
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3
|Gênesis 14:3|
Bu son beş kral bugün Lut Gölü olan Siddim Vadisinde güçlerini birleştirmişti.
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4
|Gênesis 14:4|
Bu krallar on iki yıl Kedorlaomerin egemenliği altında yaşamış, on üçüncü yıl ona başkaldırmışlardı.
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5
|Gênesis 14:5|
On dördüncü yıl Kedorlaomerle onu destekleyen öbür krallar gelip Aşterot-Karnayimde Refalıları, Hamda Zuzluları, Şave-Kiryatayimde Emlileri, çöl kenarındaki El-Parana kadar uzanan dağlık Seir bölgesinde Horluları bozguna uğrattılar.
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7
|Gênesis 14:7|
Oradan geri dönüp Eyn-Mişpata -Kadeşe- gittiler. Amaleklilerin bütün topraklarını alarak Haseson-Tamarda yaşayan Amorluları bozguna uğrattılar.
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8
|Gênesis 14:8|
Bunun üzerine Sodom, Gomora, Adma, Sevoyim, Bala -Soar- kralları yola çıktı. Bu beş kral dört krala -Elam Kralı Kedorlaomer, Goyim Kralı Tidal, Şinar Kralı Amrafel, Ellasar Kralı Aryoka- karşı Siddim Vadisinde savaş düzenine girdiler.
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10
|Gênesis 14:10|
Siddim Vadisi zift çukurlarıyla doluydu. Sodom ve Gomora kralları kaçarken adamlarından bazıları bu çukurlara düştü. Sağ kalanlarsa dağlara kaçtı.
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11
|Gênesis 14:11|
Dört kral Sodom ve Gomoranın bütün malını ve yiyeceğini alıp gitti.
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12
|Gênesis 14:12|
Avramın yeğeni Lutla mallarını da götürdüler. Çünkü o da Sodomda yaşıyordu.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva