-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Kutsal İncil -
-
1
|Gênesis 35:1|
Tanrı Yakupa, ‹‹Git, Beytele yerleş›› dedi, ‹‹Ağabeyin Esavdan kaçarken sana görünen Tanrıya orada bir sunak yap.››
-
2
|Gênesis 35:2|
Yakup ailesine ve yanındakilere, ‹‹Yabancı ilahlarınızı atın›› dedi, ‹‹Kendinizi arındırıp giysilerinizi değiştirin.
-
3
|Gênesis 35:3|
Beytele gidelim. Sıkıntı çektiğim günlerde yakarışımı duyan, gittiğim her yerde benimle birlikte olan Tanrıya orada bir sunak yapacağım.››
-
4
|Gênesis 35:4|
Böylece herkes yabancı ilahlarını, kulaklarındaki küpeleri Yakupa verdi. Yakup bunları Şekem yakınlarında bir yabanıl fıstık ağacının altına gömdü.
-
5
|Gênesis 35:5|
Sonra göçtüler. Çevre kentlerde yaşayan halk peşlerine düşmedi, çünkü hepsini Tanrı korkusu sarmıştı.
-
6
|Gênesis 35:6|
Yakup adamlarıyla birlikte Kenan ülkesindeki Luz -Beytel- Kentine geldi.
-
7
|Gênesis 35:7|
Bir sunak yaparak oraya El-Beytel adını verdi. Çünkü ağabeyinden kaçarken Tanrı orada kendisine görünmüştü.
-
8
|Gênesis 35:8|
Rebekanın dadısı Debora ölünce Beytelin güneyindeki meşe ağacının altına gömüldü. Bu yüzden ağaca Allon-Bakut adı verildi.
-
9
|Gênesis 35:9|
Yakup Paddan-Aramdan dönünce, Tanrı ona yine görünerek onu kutsadı.
-
10
|Gênesis 35:10|
‹‹Sana Yakup diyorlar, ama bundan böyle adın Yakup değil, İsrail olacak›› diyerek onun adını İsrailfş koydu.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva