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New International Version -
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11
|Daniel 1:11|
Daniel then said to the guard whom the chief official had appointed over Daniel, Hananiah, Mishael and Azariah,
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12
|Daniel 1:12|
“Please test your servants for ten days: Give us nothing but vegetables to eat and water to drink.
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13
|Daniel 1:13|
Then compare our appearance with that of the young men who eat the royal food, and treat your servants in accordance with what you see.”
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14
|Daniel 1:14|
So he agreed to this and tested them for ten days.
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15
|Daniel 1:15|
At the end of the ten days they looked healthier and better nourished than any of the young men who ate the royal food.
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16
|Daniel 1:16|
So the guard took away their choice food and the wine they were to drink and gave them vegetables instead.
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17
|Daniel 1:17|
To these four young men God gave knowledge and understanding of all kinds of literature and learning. And Daniel could understand visions and dreams of all kinds.
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18
|Daniel 1:18|
At the end of the time set by the king to bring them in, the chief official presented them to Nebuchadnezzar.
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19
|Daniel 1:19|
The king talked with them, and he found none equal to Daniel, Hananiah, Mishael and Azariah; so they entered the king’s service.
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20
|Daniel 1:20|
In every matter of wisdom and understanding about which the king questioned them, he found them ten times better than all the magicians and enchanters in his whole kingdom.
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Sugestões

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11 de maio LAB 497
OBVIAMENTE
2Crônicas 05-07
Se você ligar para mim, meu telefone irá tocar. Se passar um e-mail, chegará no meu computador. Se escrever uma carta, o correio irá me entregar. Você irá dizer: “Dãh!” Tão óbvio, não?
No entanto, esse é ponto: a obviedade. Esse é um problema que podemos ter: nos esquecemos justamente do mais básico, do óbvio. Como somos burros! Preocupamo-nos com tanta coisa sofisticada e nos esquecemos do essencial, que geralmente é o mais simples. Quer ver só? Relembrando sobre o que escrevi no primeiro parágrafo, lembra daquele versículo memorável, que muita gente sabe até de cor, que diz: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra?” Você sabe que essas palavras eram tão óbvias que, no contexto deles, elas chegavam a ser lugar-comum? Não entendo como Deus tem tanta paciência - se dar ao sacrifício de “redundar tantas redundâncias” para ver se numa dessas voltas, talvez consiga nos laçar para o Seu coração, Seu abraço.
O verso de 2Crônicas 7:14 era óbvio porque, se lermos desde o capítulo anterior, vemos que havia acontecido exatamente isso. Veja bem: 2Crônicas 6:12 em diante mostra uma longa oração de Salomão. Ele estava buscando a Deus. Aí, quando entra aí o capítulo sete, diz que “Assim que Salomão acabou de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios, e a glória do SENHOR encheu o templo”. O verso doze declara que “o SENHOR lhe apareceu de noite e disse: “Ouvi sua oração, e escolhi este lugar para mim, como um templo para sacrifícios”. Logo a seguir, quando estava mais que demonstrado que quando alguém ora a Deus de todo o coração, com todo o seu desempenho, a oração toca o coração de Deus, quando isso tinha acabado de acontecer com Salomão, Deus fala as palavras que destaquei acima: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se...”
Para que falar isso se Salomão havia acabado de chamar pelo nome de Deus? Ele não tinha acabado de se humilhar? Não tinha acabado de orar, de buscar a face do Senhor? Não tinha acabado de se converter dos seus maus caminhos? E Deus não tinha acabado de ouvir Salomão? O Senhor não tinha acabado de perdoar seus pecados? Ele não tinha acabado de abençoar a terra de Salomão? Então para que dizer que se alguém O buscasse, Ele atenderia? Para que redundar?
É porque, infelizmente e obviamente, nós esquecemos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva