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New International Version -
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1
|Esdras 8:1|
These are the family heads and those registered with them who came up with me from Babylon during the reign of King Artaxerxes:
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2
|Esdras 8:2|
of the descendants of Phinehas, Gershom; of the descendants of Ithamar, Daniel; of the descendants of David, Hattush
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3
|Esdras 8:3|
of the descendants of Shecaniah; of the descendants of Parosh, Zechariah, and with him were registered 150 men;
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4
|Esdras 8:4|
of the descendants of Pahath-Moab, Eliehoenai son of Zerahiah, and with him 200 men;
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5
|Esdras 8:5|
of the descendants of Zattu, [Some Septuagint manuscripts (also 1 Esdras 8:32); Hebrew does not have Zattu.] Shecaniah son of Jahaziel, and with him 300 men;
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6
|Esdras 8:6|
of the descendants of Adin, Ebed son of Jonathan, and with him 50 men;
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7
|Esdras 8:7|
of the descendants of Elam, Jeshaiah son of Athaliah, and with him 70 men;
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8
|Esdras 8:8|
of the descendants of Shephatiah, Zebadiah son of Michael, and with him 80 men;
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9
|Esdras 8:9|
of the descendants of Joab, Obadiah son of Jehiel, and with him 218 men;
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10
|Esdras 8:10|
of the descendants of Bani, [Some Septuagint manuscripts (also 1 Esdras 8:36); Hebrew does not have Bani.] Shelomith son of Josiphiah, and with him 160 men;
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Sugestões

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10 de janeiro LAB 376
EGOLATRIA
Gênesis 31-33
Você está fugindo de alguma coisa? Quero convidá-lo a fugir. Vamos fugir? O quê? Precisamos fugir da idolatria. Talvez você imagine que não precisa fugir da idolatria, por não ter nenhum santuário cheio de imagens em casa. Mas cada um de nós corre o risco de idolatrar alguma coisa até mesmo secular. Na leitura de hoje, tem a história de pessoas que estavam muito apegadas a itens não-religiosos.
Muitos, ao ler Gênesis 31, encabulam-se em pensar numa possível conivência da parte de Deus, permitindo que seus patriarcas fossem religiosos idolátricos. E a pergunta é: “As estatuetas que Raquel roubou denotam que Jacó era idólatra?”
As estatuetas que as pessoas da família de Abraão usavam e que aparecesse na nossa Bíblia traduzidas como ídolos ou deuses, na realidade, não eram adoradas por eles.
No original hebraico, a palavra é “terafim”. Eram bonequinhos de barro usados como documentação de propriedades. Quem os possuía era dono dos bens materiais a que se referiam, como se fosse a escritura de uma fazenda.
Muitos anos depois, as pessoas passaram a adorar essas estatuetas. Daí sim, elas passaram a ocupar o contexto de idolatria. Por isso, vem a confusão ao se interpretar o texto hebraico do Antigo Testamento em saber se o terafim era um objeto de documentação ou de adoração.
No caso da família de Abraão, se você analisar bem o contexto, verá que a importância que as estátuas tinham para eles era de documentação e não de adoração porque:
a) Na fuga de Jacó e Raquel, com a perseguição de Labão, a motivação de seus confrontos era a preocupação com os bens materiais, a herança, o salário, etc.;
b) Eles não aparecem orando ou preocupados com a veneração a esses objetos;
c) Nessa história, eles sempre adoram ao Senhor;
d) Raquel chega a sentar-se em cima das estatuetas - ela jamais faria isso com o que considerasse santo.
A única idolatria que poderia estar se passando por ali era a de colocar os bens materiais na frente de Deus, nas prioridades do coração. Essa é a mesma idolatria na qual corremos o risco de cair hoje, pois onde está o nosso tesouro, também está o nosso coração (Mateus 6:21). Mas, nesse caso, o problema não está com o objeto idolatrado e sim com a disposição mental da pessoa relacionada ao objeto. O maior inimigo do homem é ele próprio. Nossa tendência é amar tanto o nosso ego, ao ponto extremo de colocá-lo acima de Deus. A egolatria também é pecado, porque nos aliena do Pai que está no Céu.
Lembre-se sempre de dar toda a honra, glória e louvor somente a Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva