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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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11
|Jeremias 25:11|
This whole country will become a desolate wasteland, and these nations will serve the king of Babylon for seventy years.
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12
|Jeremias 25:12|
“But when the seventy years are fulfilled, I will punish the king of Babylon and his nation, the land of the Babylonians, [Or Chaldeans] for their guilt,” declares the LORD, “and will make it desolate for ever.
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13
|Jeremias 25:13|
I will bring upon that land all the things I have spoken against it, all that are written in this book and prophesied by Jeremiah against all the nations.
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14
|Jeremias 25:14|
They themselves will be enslaved by many nations and great kings; I will repay them according to their deeds and the work of their hands.”
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15
|Jeremias 25:15|
This is what the LORD, the God of Israel, said to me: “Take from my hand this cup filled with the wine of my wrath and make all the nations to whom I send you drink it.
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16
|Jeremias 25:16|
When they drink it, they will stagger and go mad because of the sword I will send among them.”
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17
|Jeremias 25:17|
So I took the cup from the LORD’s hand and made all the nations to whom he sent me drink it:
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18
|Jeremias 25:18|
Jerusalem and the towns of Judah, its kings and officials, to make them a ruin and an object of horror and scorn and cursing, as they are today;
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19
|Jeremias 25:19|
Pharaoh king of Egypt, his attendants, his officials and all his people,
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20
|Jeremias 25:20|
and all the foreign people there; all the kings of Uz; all the kings of the Philistines (those of Ashkelon, Gaza, Ekron, and the people left at Ashdod);
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva