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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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21
|Marcos 1:21|
They went to Capernaum, and when the Sabbath came, Jesus went into the synagogue and began to teach.
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22
|Marcos 1:22|
The people were amazed at his teaching, because he taught them as one who had authority, not as the teachers of the law.
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23
|Marcos 1:23|
Just then a man in their synagogue who was possessed by an evil [Greek: unclean; also in verses 26 and 27] spirit cried out,
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24
|Marcos 1:24|
“What do you want with us, Jesus of Nazareth? Have you come to destroy us? I know who you are — the Holy One of God!”
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25
|Marcos 1:25|
“Be quiet!” said Jesus sternly. “Come out of him!”
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26
|Marcos 1:26|
The evil spirit shook the man violently and came out of him with a shriek.
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27
|Marcos 1:27|
The people were all so amazed that they asked each other, “What is this? A new teaching — and with authority! He even gives orders to evil spirits and they obey him.”
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28
|Marcos 1:28|
News about him spread quickly over the whole region of Galilee.
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29
|Marcos 1:29|
As soon as they left the synagogue, they went with James and John to the home of Simon and Andrew.
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30
|Marcos 1:30|
Simon’s mother-in-law was in bed with a fever, and they told Jesus about her.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva