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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Marcos 6:1|
Jesus left there and went to his home town, accompanied by his disciples.
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2
|Marcos 6:2|
When the Sabbath came, he began to teach in the synagogue, and many who heard him were amazed. “Where did this man get these things?” they asked. “What’s this wisdom that has been given him, that he even does miracles!
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3
|Marcos 6:3|
Isn’t this the carpenter? Isn’t this Mary’s son and the brother of James, Joseph, [Greek: Joses, a variant of Joseph] Judas and Simon? Aren’t his sisters here with us?” And they took offence at him.
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4
|Marcos 6:4|
Jesus said to them, “Only in his home town, among his relatives and in his own house is a prophet without honour.”
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5
|Marcos 6:5|
He could not do any miracles there, except lay his hands on a few sick people and heal them.
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6
|Marcos 6:6|
And he was amazed at their lack of faith. Then Jesus went round teaching from village to village.
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7
|Marcos 6:7|
Calling the Twelve to him, he sent them out two by two and gave them authority over evil [Greek: unclean] spirits.
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8
|Marcos 6:8|
These were his instructions: “Take nothing for the journey except a staff — no bread, no bag, no money in your belts.
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9
|Marcos 6:9|
Wear sandals but not an extra tunic.
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10
|Marcos 6:10|
Whenever you enter a house, stay there until you leave that town.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva