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New International Version -
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1
|Neemias 6:1|
When word came to Sanballat, Tobiah, Geshem the Arab and the rest of our enemies that I had rebuilt the wall and not a gap was left in it — though up to that time I had not set the doors in the gates —
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2
|Neemias 6:2|
Sanballat and Geshem sent me this message: “Come, let us meet together in one of the villages [Or in Kephirim] on the plain of Ono.” But they were scheming to harm me;
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3
|Neemias 6:3|
so I sent messengers to them with this reply: “I am carrying on a great project and cannot go down. Why should the work stop while I leave it and go down to you?”
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4
|Neemias 6:4|
Four times they sent me the same message, and each time I gave them the same answer.
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5
|Neemias 6:5|
Then, the fifth time, Sanballat sent his assistant to me with the same message, and in his hand was an unsealed letter
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6
|Neemias 6:6|
in which was written: “It is reported among the nations — and Geshem [Hebrew Gashmu, a variant of Geshem] says it is true — that you and the Jews are plotting to revolt, and therefore you are building the wall. Moreover, according to these reports you are about to become their king
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7
|Neemias 6:7|
and have even appointed prophets to make this proclamation about you in Jerusalem: `There is a king in Judah!’ Now this report will get back to the king; so come, let us confer together.”
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8
|Neemias 6:8|
I sent him this reply: “Nothing like what you are saying is happening; you are just making it up out of your head.”
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9
|Neemias 6:9|
They were all trying to frighten us, thinking, “Their hands will get too weak for the work, and it will not be completed.” But I prayed, “Now strengthen my hands.”
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10
|Neemias 6:10|
One day I went to the house of Shemaiah son of Delaiah, the son of Mehetabel, who was shut in at his home. He said, “Let us meet in the house of God, inside the temple, and let us close the temple doors, because men are coming to kill you — by night they are coming to kill you.”
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Sugestões

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11 de setembro LAB 620
MONUMENTAL
Ezequiel 45-48
Ao ouvir “onze de Setembro”, qualquer um se lembra do ocorrido nessa data em 2001, nos EUA. “Os ataques terroristas de 11 de setembro, chamados também de atentados de 11 de setembro, foram uma série de ataques suicidas, coordenados pela Al-Qaeda contra alvos civis nos Estados Unidos da América em 11 de Setembro de 2001 (Wikipédia)”. O resumo é isso, mas já se passaram vários anos, e a lembrança permanece mais elevada do que a definição.
Enquanto os americanos sonhavam em manter erguidos os seus colossos gêmeos de 110 andares cada um, como se fossem um símbolo de sua suposta superioridade, os membros da Al-Qaeda procuravam manter erguidos os seus orgulhos feridos pelos tantos anos das injustiças ocidentais infringidas sobre eles. Talvez pensemos que aquele acontecido não tenha nada a ver com nosso “impávido colosso brasileiro”, mas tem sim. Só o fato de que, a cada ano, isso nos volta à lembrançam já é uma evidência de que, de alguma forma, todos nós fomos afetados, positiva ou negativamente, por aquele atentado.
Mais interessante que o atentado, são as posteriores tentativas de manter-se alguma coisa erguida, mesmo que as torres gêmeas tenham caído. São várias, as tentativas: a de manter em pé a memória dos civis sacrificados, a de manter uma suposta teoria de conspiração nacional americana para o ocorrido, a de fazer com que o mundo saiba que aquela atitude não representa o pensamento islâmico, e por aí vai.
O sonho de Deus era manter, em erguimento monumental, Sua glória refletida através da glória nacional de Israel. Seria tudo, realmente, um colosso. Mas não aconteceu? A construção planejada do Templo pode não ter acontecido fisicamente, mas o sonho de Deus em manter Sua glória erguida, através do Seu povo, diante da contemplação da humanidade, aconteceu e acontece.
“O Senhor está Aqui”. Este slogan da campanha tem sido o motivo pelo qual Deus, ao longo dos séculos, não tem sido esquecido pela humanidade. Existem ímpios, ateus e incrédulos, mas a maioria dos humanos reconhece que, acima de nós, há um Deus todo-poderoso influenciando-nos direta e historicamente.
O maior trunfo que Deus quer manter erguido é Seu próprio nome porque é esse nome que tem a capacidade de redimir-nos. Por ele, temos a chance de escapar deste mundo mal, do terrorismo, dos medos e das aflições. Podemos ter dignidade, sem orgulhos feridos, numa vida plena, feliz e eterna. O Senhor quer fazer de cada um de nós um templo vivo do Espírito Santo. E então, por onde for, você poderá ser uma representação viva da frase: “O Senhor Está Aqui”.
O importante é a presença de Deus na vida pessoal.
Valdeci Júnior
Fátima Silva