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New International Version -
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1
|Sofonias 3:1|
Woe to the city of oppressors, rebellious and defiled!
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2
|Sofonias 3:2|
She obeys no-one, she accepts no correction. She does not trust in the LORD, she does not draw near to her God.
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3
|Sofonias 3:3|
Her officials are roaring lions, her rulers are evening wolves, who leave nothing for the morning.
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4
|Sofonias 3:4|
Her prophets are arrogant; they are treacherous men. Her priests profane the sanctuary and do violence to the law.
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5
|Sofonias 3:5|
The LORD within her is righteous; he does no wrong. Morning by morning he dispenses his justice, and every new day he does not fail, yet the unrighteous know no shame.
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6
|Sofonias 3:6|
“I have cut off nations; their strongholds are demolished. I have left their streets deserted, with no-one passing through. Their cities are destroyed; no-one will be left — no-one at all.
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7
|Sofonias 3:7|
I said to the city, ‘Surely you will fear me and accept correction!’ Then her dwelling would not be cut off, nor all my punishments come upon her. But they were still eager to act corruptly in all they did.
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8
|Sofonias 3:8|
Therefore wait for me,” declares the LORD, “for the day I will stand up to testify. [Septuagint and Syriac; Hebrew will rise up to plunder] I have decided to assemble the nations, to gather the kingdoms and to pour out my wrath on them — all my fierce anger. The whole world will be consumed by the fire of my jealous anger.
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9
|Sofonias 3:9|
“Then will I purify the lips of the peoples, that all of them may call on the name of the LORD and serve him shoulder to shoulder.
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10
|Sofonias 3:10|
From beyond the rivers of Cush [That is, the upper Nile region] my worshippers, my scattered people, will bring me offerings.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva