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New International Version -
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|Tiago 2:14|
What good is it, my brothers, if a man claims to have faith but has no deeds? Can such faith save him?
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|Tiago 2:15|
Suppose a brother or sister is without clothes and daily food.
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16
|Tiago 2:16|
If one of you says to him, “Go, I wish you well; keep warm and well fed,” but does nothing about his physical needs, what good is it?
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17
|Tiago 2:17|
In the same way, faith by itself, if it is not accompanied by action, is dead.
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18
|Tiago 2:18|
But someone will say, “You have faith; I have deeds.” Show me your faith without deeds, and I will show you my faith by what I do.
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19
|Tiago 2:19|
You believe that there is one God. Good! Even the demons believe that — and shudder.
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20
|Tiago 2:20|
You foolish man, do you want evidence that faith without deeds is useless? [Some early manuscripts dead]
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21
|Tiago 2:21|
Was not our ancestor Abraham considered righteous for what he did when he offered his son Isaac on the altar?
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22
|Tiago 2:22|
You see that his faith and his actions were working together, and his faith was made complete by what he did.
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23
|Tiago 2:23|
And the scripture was fulfilled that says, “Abraham believed God, and it was credited to him as righteousness,” [Gen. 15:6] and he was called God’s friend.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva