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New International Version -
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14
|Tiago 2:14|
What good is it, my brothers, if a man claims to have faith but has no deeds? Can such faith save him?
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15
|Tiago 2:15|
Suppose a brother or sister is without clothes and daily food.
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16
|Tiago 2:16|
If one of you says to him, “Go, I wish you well; keep warm and well fed,” but does nothing about his physical needs, what good is it?
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17
|Tiago 2:17|
In the same way, faith by itself, if it is not accompanied by action, is dead.
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18
|Tiago 2:18|
But someone will say, “You have faith; I have deeds.” Show me your faith without deeds, and I will show you my faith by what I do.
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19
|Tiago 2:19|
You believe that there is one God. Good! Even the demons believe that — and shudder.
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20
|Tiago 2:20|
You foolish man, do you want evidence that faith without deeds is useless? [Some early manuscripts dead]
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21
|Tiago 2:21|
Was not our ancestor Abraham considered righteous for what he did when he offered his son Isaac on the altar?
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22
|Tiago 2:22|
You see that his faith and his actions were working together, and his faith was made complete by what he did.
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23
|Tiago 2:23|
And the scripture was fulfilled that says, “Abraham believed God, and it was credited to him as righteousness,” [Gen. 15:6] and he was called God’s friend.
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Sugestões

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27 de novembro LAB 697
O ARREPENDIMENTO SEM REMORSO É CURATIVO
2Coríntios 05-07
Você já sentiu remorso? E arrependimento? Pensa que trata-se da mesma coisa? Não. A leitura bíblica de hoje fala de uma tristeza boa, que é a “tristeza segundo Deus”. Segundo a Bíblia, o bom desta tristeza é o fato de ela trazer o arrependimento, e não o remorso. O arrependimento é sadio. O remorso é venenoso.
Para que você entenda um pouco mais sobre as conseqüências do remorso, compartilho aqui uma história que encontrei no site “Nosso Pão Diário”. Conta-se que uma das personagens mais intrigantes de William Shakespeare é Lady MacBeth. Segundo o conto fictício do grande dramaturgo, euando esta senhora ouviu uma profecia que dizia que o seu marido se tornaria rei, ela o convenceu a assassinar o monarca então vigente.
Quando o ato sangrento foi levado a cabo, Macbeth ficou de consciência pesada. A esposa censurou a sua irritabilidade e ajudou-o a encobrir o crime.
O marido foi coroado rei. Mas isso não foi o fim da história. A resolução inicial de Lady transformou-se em remorso. Ela tornou-se mentalmente instável e não conseguia parar de lavar as mãos.
“Será que estas mãos nunca estarão limpas?”, perguntava ela. E a sua culpa acabou por levá-la ao suicídio. Grande coisa: uma “operação mãos limpas”! Isso lembra Pilatos, o camarada que sofreu de sentimento antecipado de culpa. Tanto o arrependimento quanto o remorso lidam com sentimento de culpa. O primeiro redime, o segundo destrói. O primeiro é um profundo senso moral que se entristece com o que é imoral. O segundo é simplesmente o medo das conseqüências dos atos maus. O primeiro é a vergonha na cara, o brio. O segundo é o orgulho em não pagar vexa, a auto-proteção egoística. A culpa é uma emoção que nos verga sempre que atravessamos uma fronteira moral.
Todos nós somos capazes de nos sentirmos culpados, quando violamos a lei de Deus escrita nos nossos corações (Leia Romanos 2:14-15). Uns lidam com a culpa como Pedro lidou, e dela se livram, ficando curados. Outros preferem agir como Judas, sendo assassinados pela própria culpa. E qual é a saída? Se confessarmos os nossos pecados, Jesus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça (1João 1:9). Esta é uma oportunidade que todos têm.
“Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas, quer sejam más (1Coríntios 5:10)”. Mas se você estiver com Jesus, não há o que temer (1João 2:1), porque “se alguém está em Cristo, é nova criação (1Coríntios 5:17)”.
Valdeci Júnior
Fátima Silva