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Peshitta (NT) -
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11
|1 Tessalonicenses 3:11|
ܗܘ ܕܝܢ ܐܠܗܐ ܐܒܘܢ ܘܡܪܢ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܢܬܪܘܨ ܐܘܪܚܢ ܠܘܬܟܘܢ ܀
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12
|1 Tessalonicenses 3:12|
ܘܢܤܓܐ ܘܢܝܬܪ ܚܘܒܟܘܢ ܕܚܕ ܠܘܬ ܚܕ ܘܕܠܘܬ ܟܠܢܫ ܐܝܟܢܐ ܕܚܢܢ ܡܚܒܝܢܢ ܠܟܘܢ ܀
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13
|1 Tessalonicenses 3:13|
ܘܢܩܝܡ ܠܒܘܬܟܘܢ ܕܠܐ ܪܫܝܢ ܒܩܕܝܫܘܬܐ ܩܕܡ ܐܠܗܐ ܐܒܘܢ ܒܡܐܬܝܬܗ ܕܡܪܢ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܕܥܡ ܟܠܗܘܢ ܩܕܝܫܘܗܝ ܀
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1
|1 Tessalonicenses 4:1|
ܡܟܝܠ ܐܚܝ ܒܥܝܢܢ ܡܢܟܘܢ ܘܡܬܟܫܦܝܢܢ ܠܟܘܢ ܒܡܪܢ ܝܫܘܥ ܕܐܝܟ ܕܩܒܠܬܘܢ ܡܢܢ ܐܝܟܢ ܘܠܐ ܠܟܘܢ ܕܬܗܠܟܘܢ ܘܬܫܦܪܘܢ ܠܐܠܗܐ ܕܝܬܝܪܐܝܬ ܬܘܤܦܘܢ ܀
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2
|1 Tessalonicenses 4:2|
ܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܓܝܪ ܐܝܠܝܢ ܦܘܩܕܢܐ ܝܗܒܢ ܠܟܘܢ ܒܡܪܢ ܝܫܘܥ ܀
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3
|1 Tessalonicenses 4:3|
ܗܢܘ ܓܝܪ ܨܒܝܢܗ ܕܐܠܗܐ ܩܕܝܫܘܬܟܘܢ ܘܕܬܗܘܘܢ ܦܪܝܩܝܢ ܡܢ ܟܠ ܙܢܝܘܬܐ ܀
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4
|1 Tessalonicenses 4:4|
ܘܢܗܘܐ ܝܕܥ ܐܢܫ ܐܢܫ ܡܢܟܘܢ ܠܡܩܢܐ ܡܐܢܗ ܒܩܕܝܫܘܬܐ ܘܒܐܝܩܪܐ ܀
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5
|1 Tessalonicenses 4:5|
ܘܠܐ ܒܚܫܐ ܕܪܓܬܐ ܐܝܟ ܫܪܟܐ ܕܥܡܡܐ ܗܢܘܢ ܕܠܐ ܝܕܥܝܢ ܠܐܠܗܐ ܀
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6
|1 Tessalonicenses 4:6|
ܘܠܐ ܬܗܘܘܢ ܡܫܝܚܝܢ ܠܡܥܒܪ ܘܠܡܥܠܒ ܐܢܫ ܠܐܚܘܗܝ ܒܗܕܐ ܨܒܘܬܐ ܡܛܠ ܕܡܪܢ ܗܘ ܬܒܘܥܐ ܥܠ ܗܠܝܢ ܟܠܗܝܢ ܐܝܟܢܐ ܕܐܦ ܡܢ ܩܕܡ ܙܒܢܐ ܐܡܪܢ ܠܟܘܢ ܘܤܗܕܢ ܀
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7
|1 Tessalonicenses 4:7|
ܠܐ ܓܝܪ ܩܪܟܘܢ ܐܠܗܐ ܠܛܢܦܘܬܐ ܐܠܐ ܠܩܕܝܫܘܬܐ ܀
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva