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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Apocalipse 11:1|
ܘܐܬܝܗܒ ܠܝ ܩܢܝܐ ܕܡܘܬܐ ܕܫܒܛܐ ܘܩܐܡ ܗܘܐ ܡܠܐܟܐ ܘܐܡܪ ܩܘܡ ܘܡܫܘܚ ܠܗܝܟܠܐ ܕܐܠܗܐ ܘܠܡܕܒܚܐ ܘܠܐܝܠܝܢ ܕܤܓܕܝܢ ܒܗ ܀
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2
|Apocalipse 11:2|
ܘܠܕܪܬܐ ܕܠܓܘ ܡܢ ܗܝܟܠܐ ܐܦܩ ܡܢ ܠܒܪ ܘܠܐ ܬܡܫܚܝܗ ܡܛܠ ܕܐܬܝܗܒܬ ܠܥܡܡܐ ܘܠܡܕܝܢܬܐ ܩܕܝܫܬܐ ܢܕܘܫܘܢ ܝܪܚܐ ܐܪܒܥܝܢ ܘܬܪܝܢ ܀
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3
|Apocalipse 11:3|
ܘܐܬܠ ܠܬܪܝܢ ܤܗܕܝ ܠܡܬܢܒܝܘ ܝܘܡܝܢ ܐܠܦ ܘܡܐܬܝܢ ܘܫܬܝܢ ܟܕ ܥܛܝܦܝܢ ܤܩܐ ܀
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4
|Apocalipse 11:4|
ܗܠܝܢ ܐܢܘܢ ܬܪܝܢ ܙܝܬܝܢ ܘܬܪܬܝܢ ܡܢܪܢ ܕܩܕܡ ܡܪܐ ܕܟܠܗ ܐܪܥܐ ܩܝܡܝܢ ܀
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5
|Apocalipse 11:5|
ܘܡܢ ܕܒܥܐ ܕܢܗܪ ܐܢܘܢ ܢܦܩܐ ܢܘܪܐ ܡܢ ܦܘܡܗܘܢ ܘܐܟܠܐ ܠܒܥܠܕܒܒܝܗܘܢ ܘܠܐܝܢܐ ܕܨܒܐ ܕܢܗܪ ܐܢܘܢ ܗܟܢ ܝܗܝܒ ܠܗܘܢ ܠܡܬܩܛܠܘ ܀
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6
|Apocalipse 11:6|
ܘܗܠܝܢ ܐܝܬ ܠܗܘܢ ܫܘܠܛܢܐ ܕܢܐܚܕܘܢ ܠܫܡܝܐ ܕܠܐ ܢܚܘܬ ܡܛܪܐ ܒܝܘܡܬܐ ܕܢܒܝܘܬܗܘܢ ܘܐܝܬ ܠܗܘܢ ܫܘܠܛܢܐ ܕܢܗܦܟܘܢ ܡܝܐ ܠܕܡܐ ܘܕܢܡܚܘܢ ܠܐܪܥܐ ܒܟܠ ܡܚܘܢ ܟܡܐ ܕܢܨܒܘܢ ܀
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7
|Apocalipse 11:7|
ܘܡܐ ܕܫܡܠܝܘ ܤܗܕܘܬܗܘܢ ܚܝܘܬܐ ܕܤܠܩܐ ܡܢ ܝܡܐ ܬܥܒܕ ܥܡܗܘܢ ܩܪܒܐ ܘܬܙܟܐ ܐܢܘܢ ܘܬܩܛܘܠ ܐܢܘܢ ܀
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8
|Apocalipse 11:8|
ܘܫܠܕܝܗܘܢ ܥܠ ܫܘܩܐ ܕܡܕܝܢܬܐ ܪܒܬܐ ܐܝܕܐ ܕܡܬܩܪܝܐ ܪܘܚܢܐܝܬ ܤܕܘܡ ܘܡܨܪܝܢ ܐܝܟܐ ܕܡܪܗܘܢ ܐܨܛܠܒ ܀
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9
|Apocalipse 11:9|
ܘܚܙܝܢ ܡܢ ܐܡܘܬܐ ܘܫܪܒܬܐ ܘܠܫܢܐ ܘܥܡܡܐ ܠܫܠܕܝܗܘܢ ܬܠܬܐ ܝܘܡܝܢ ܘܦܠܓܗ ܘܠܫܠܕܝܗܘܢ ܠܐ ܢܫܒܩܘܢ ܠܡܬܬܤܡܘ ܒܩܒܪܐ ܀
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10
|Apocalipse 11:10|
ܘܥܡܘܪܝܗ ܕܐܪܥܐ ܢܚܕܘܢ ܥܠܝܗܘܢ ܘܢܬܦܨܚܘܢ ܘܡܘܗܒܬܐ ܢܫܕܪܘܢ ܠܚܕܕܐ ܡܛܠ ܬܪܝܢ ܢܒܝܝܢ ܕܫܢܩܘ ܠܥܡܘܪܝܗ ܕܐܪܥܐ ܀
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva