-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Peshitta (NT) -
-
1
|Apocalipse 19:1|
ܘܡܢ ܒܬܪ ܗܠܝܢ ܫܡܥܬ ܩܠܐ ܪܒܐ ܕܟܢܫܐ ܤܓܝܐܐ ܒܫܡܝܐ ܕܐܡܪܝܢ ܗܠܠܘܝܐ ܦܘܪܩܢܐ ܘܬܫܒܘܚܬܐ ܘܚܝܠܐ ܠܐܠܗܢ ܀
-
2
|Apocalipse 19:2|
ܡܛܠ ܕܫܪܝܪܝܢ ܘܟܐܢܝܢ ܕܝܢܘܗܝ ܡܛܠ ܕܕܢ ܠܙܢܝܬܐ ܪܒܬܐ ܐܝܕܐ ܕܚܒܠܬ ܠܐܪܥܐ ܒܙܢܝܘܬܗ ܘܬܒܥ ܕܡܐ ܕܥܒܕܘܗܝ ܡܢ ܐܝܕܝܗ ܀
-
3
|Apocalipse 19:3|
ܕܬܪܬܝܢ ܐܡܪܘ ܗܠܠܘܝܐ ܘܬܢܢܗ ܤܠܩ ܠܥܠܡ ܥܠܡܝܢ ܀
-
4
|Apocalipse 19:4|
ܘܢܦܠܘ ܥܤܪܝܢ ܘܐܪܒܥܐ ܩܫܝܫܝܢ ܘܐܪܒܥ ܚܝܘܢ ܘܤܓܕܘ ܠܐܠܗܢ ܕܝܬܒ ܥܠ ܟܘܪܤܝܐ ܘܐܡܪܝܢ ܐܡܝܢ ܗܠܠܘܝܐ ܀
-
5
|Apocalipse 19:5|
ܘܩܠܐ ܡܢ ܟܘܪܤܝܐ ܕܐܡܪ ܫܒܚܘ ܠܐܠܗܢ ܟܠܗܘܢ ܥܒܕܘܗܝ ܘܕܚܠܝ ܫܡܗ ܟܠܗܘܢ ܙܥܘܪܐ ܥܡ ܪܘܪܒܐ ܀
-
6
|Apocalipse 19:6|
ܘܫܡܥܬ ܩܠܐ ܐܝܟ ܕܟܢܫܐ ܤܓܝܐܐ ܘܐܝܟ ܩܠܐ ܕܡܝܐ ܤܓܝܐܐ ܘܐܝܟ ܩܠܐ ܕܪܥܡܐ ܚܝܠܬܢܐ ܕܐܡܪܝܢ ܗܠܠܘܝܐ ܡܛܠ ܕܐܡܠܟ ܡܪܝܐ ܐܠܗܐ ܐܚܝܕ ܟܠ ܀
-
7
|Apocalipse 19:7|
ܚܕܝܢܢ ܘܡܬܦܨܚܝܢܢ ܢܬܠ ܠܗ ܬܫܒܘܚܬܐ ܡܛܠ ܕܐܬܬ ܡܫܬܘܬܗ ܕܐܡܪܐ ܘܐܢܬܬܗ ܛܝܒܬ ܢܦܫܗ ܀
-
8
|Apocalipse 19:8|
ܘܐܬܝܗܒ ܠܗ ܕܬܬܥܛܦ ܒܘܨܐ ܕܟܝܐ ܘܢܗܝܪܐ ܒܘܨܐ ܓܝܪ ܬܪܝܨܬܐ ܐܢܝܢ ܕܩܕܝܫܐ ܀
-
9
|Apocalipse 19:9|
ܘܐܡܪܘ ܠܝ ܟܬܘܒ ܛܘܒܝܗܘܢ ܠܐܝܠܝܢ ܕܠܚܫܡܝܬܐ ܕܡܫܬܘܬܗ ܕܐܡܪܐ ܐܝܬܝܗܘܢ ܩܪܝܐ ܘܐܡܪ ܠܝ ܗܠܝܢ ܡܠܐ ܕܫܪܝܪܢ ܕܐܠܗܐ ܐܝܬܝܗܝܢ ܀
-
10
|Apocalipse 19:10|
ܘܢܦܠܬ ܩܕܡ ܪܓܠܘܗܝ ܘܤܓܕܬ ܠܗ ܘܐܡܪ ܠܝ ܠܐ ܟܢܬܟ ܐܝܬܝ ܘܕܐܚܝܟ ܗܠܝܢ ܕܐܝܬ ܠܗܘܢ ܤܗܕܘܬܐ ܕܝܫܘܥ ܠܐܠܗܐ ܤܓܘܕ ܝܬܝܪܐܝܬ ܤܗܕܘܬܐ ܓܝܪ ܕܝܫܘܥ ܐܝܬܝܗ ܪܘܚܐ ܕܢܒܝܘܬܐ ܀
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva