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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Apocalipse 16:1|
ܘܫܡܥܬ ܩܠܐ ܪܒܐ ܡܢ ܗܝܟܠܐ ܕܐܡܪ ܠܫܒܥܐ ܡܠܐܟܝܢ ܙܠܘ ܘܐܫܘܕܘ ܫܒܥ ܙܒܘܪܝܢ ܕܚܡܬܗ ܕܐܠܗܐ ܥܠ ܐܪܥܐ ܀
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2
|Apocalipse 16:2|
ܘܐܙܠ ܩܕܡܝܐ ܘܐܫܕ ܙܒܘܪܗ ܥܠ ܐܪܥܐ ܘܗܘܐ ܫܘܚܢܐ ܒܝܫܐ ܘܟܐܒܢܐ ܥܠ ܐܢܫܐ ܕܐܝܬ ܠܗܘܢ ܪܘܫܡܐ ܕܚܝܘܬܐ ܘܐܝܠܝܢ ܕܤܓܕܝܢ ܠܨܠܡܗ ܀
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3
|Apocalipse 16:3|
ܘܡܠܐܟܐ ܕܬܪܝܢ ܐܫܕ ܙܒܘܪܗ ܒܝܡܐ ܘܗܘܐ ܝܡܐ ܐܝܟ ܡܝܬܐ ܘܟܠ ܢܦܫܐ ܚܝܬܐ ܡܝܬܬ ܒܝܡܐ ܀
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4
|Apocalipse 16:4|
ܘܡܠܐܟܐ ܕܬܠܬܐ ܐܫܕ ܙܒܘܪܗ ܒܢܗܪܘܬܐ ܘܒܥܝܢܬܐ ܕܡܝܐ ܘܗܘܘ ܕܡܐ ܀
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5
|Apocalipse 16:5|
ܘܫܡܥܬ ܠܡܠܐܟܐ ܕܡܝܐ ܕܐܡܪ ܙܕܝܩ ܐܢܬ ܗܘ ܕܐܝܬܘܗܝ ܘܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܘܚܤܝܐ ܕܗܠܝܢ ܕܢܬ ܀
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6
|Apocalipse 16:6|
ܡܛܠ ܕܕܡܐ ܕܢܒܝܐ ܘܕܩܕܝܫܐ ܐܫܕܘ ܘܕܡܐ ܝܗܒܬ ܠܗܘܢ ܠܡܫܬܐ ܫܘܝܢ ܐܢܘܢ ܀
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7
|Apocalipse 16:7|
ܘܫܡܥܬ ܠܡܕܒܚܐ ܕܐܡܪ ܐܝܢ ܡܪܝܐ ܐܠܗܐ ܐܚܝܕ ܟܠ ܫܪܝܪܝܢ ܘܙܕܝܩܝܢ ܕܝܢܝܟ ܀
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8
|Apocalipse 16:8|
ܘܡܠܐܟܐ ܕܐܪܒܥܐ ܐܫܕ ܙܒܘܪܗ ܥܠ ܫܡܫܐ ܘܐܬܝܗܒ ܠܗ ܕܢܚܡ ܠܒܢܝܢܫܐ ܒܢܘܪܐ ܀
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9
|Apocalipse 16:9|
ܘܐܬܚܡܡܘ ܒܢܝܢܫܐ ܒܚܘܡܐ ܪܒܐ ܘܓܕܦܘ ܠܫܡܐ ܕܐܠܗܐ ܕܐܝܬ ܠܗ ܫܘܠܛܢܐ ܥܠ ܡܚܘܬܐ ܗܠܝܢ ܘܠܐ ܬܒܘ ܠܡܬܠ ܠܗ ܬܫܒܘܚܬܐ ܀
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10
|Apocalipse 16:10|
ܘܡܠܐܟܐ ܕܚܡܫܐ ܐܫܕ ܙܒܘܪܗ ܥܠ ܟܘܪܤܝܗ ܕܚܝܘܬܐ ܘܗܘܬ ܡܠܟܘܬܗ ܚܫܘܟܬܐ ܘܡܠܥܤܝܢ ܗܘܘ ܠܫܢܝܗܘܢ ܡܢ ܟܐܒܐ ܀
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva