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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Mateus 10:1|
ܘܩܪܐ ܠܬܪܥܤܪ ܬܠܡܝܕܘܗܝ ܘܝܗܒ ܠܗܘܢ ܫܘܠܛܢܐ ܥܠ ܪܘܚܐ ܛܢܦܬܐ ܕܢܦܩܘܢ ܘܠܡܐܤܝܘ ܟܠ ܟܐܒ ܘܟܘܪܗܢ ܀
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2
|Mateus 10:2|
ܕܝܠܗܘܢ ܕܝܢ ܕܬܪܥܤܪ ܫܠܝܚܐ ܫܡܗܐ ܐܝܬܝܗܘܢ ܗܠܝܢ ܩܕܡܝܗܘܢ ܫܡܥܘܢ ܕܡܬܩܪܐ ܟܐܦܐ ܘܐܢܕܪܐܘܤ ܐܚܘܗܝ ܘܝܥܩܘܒ ܒܪ ܙܒܕܝ ܘܝܘܚܢܢ ܐܚܘܗܝ ܀
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3
|Mateus 10:3|
ܘܦܝܠܝܦܘܤ ܘܒܪ ܬܘܠܡܝ ܘܬܐܘܡܐ ܘܡܬܝ ܡܟܤܐ ܘܝܥܩܘܒ ܒܪ ܚܠܦܝ ܘܠܒܝ ܕܐܬܟܢܝ ܬܕܝ ܀
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4
|Mateus 10:4|
ܘܫܡܥܘܢ ܩܢܢܝܐ ܘܝܗܘܕܐ ܤܟܪܝܘܛܐ ܗܘ ܕܐܫܠܡܗ ܀
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5
|Mateus 10:5|
ܠܗܠܝܢ ܬܪܥܤܪ ܫܕܪ ܝܫܘܥ ܘܦܩܕ ܐܢܘܢ ܘܐܡܪ ܒܐܘܪܚܐ ܕܚܢܦܐ ܠܐ ܬܐܙܠܘܢ ܘܠܡܕܝܢܬܐ ܕܫܡܪܝܐ ܠܐ ܬܥܠܘܢ ܀
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6
|Mateus 10:6|
ܙܠܘ ܠܟܘܢ ܕܝܢ ܝܬܝܪܐܝܬ ܠܘܬ ܥܪܒܐ ܕܐܒܕܘ ܡܢ ܒܝܬ ܝܤܪܝܠ ܀
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7
|Mateus 10:7|
ܘܟܕ ܐܙܠܝܢ ܐܢܬܘܢ ܐܟܪܙܘ ܘܐܡܪܘ ܕܩܪܒܬ ܡܠܟܘܬܐ ܕܫܡܝܐ ܀
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8
|Mateus 10:8|
ܟܪܝܗܐ ܐܤܘ ܘܓܪܒܐ ܕܟܘ ܘܕܝܘܐ ܐܦܩܘ ܡܓܢ ܢܤܒܬܘܢ ܡܓܢ ܗܒܘ ܀
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9
|Mateus 10:9|
ܠܐ ܬܩܢܘܢ ܕܗܒܐ ܘܠܐ ܤܐܡܐ ܘܠܐ ܢܚܫܐ ܒܟܝܤܝܟܘܢ ܀
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10
|Mateus 10:10|
ܘܠܐ ܬܪܡܠܐ ܠܐܘܪܚܐ ܘܠܐ ܬܪܬܝܢ ܟܘܬܝܢܝܢ ܘܠܐ ܡܤܢܐ ܘܠܐ ܫܒܛܐ ܫܘܐ ܗܘ ܓܝܪ ܦܥܠܐ ܤܝܒܪܬܗ ܀
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva