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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Mateus 28:1|
ܒܪܡܫܐ ܕܝܢ ܒܫܒܬܐ ܕܢܓܗ ܚܕ ܒܫܒܐ ܐܬܬ ܡܪܝܡ ܡܓܕܠܝܬܐ ܘܡܪܝܡ ܐܚܪܬܐ ܕܢܚܙܝܢ ܩܒܪܐ ܀
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2
|Mateus 28:2|
ܘܗܐ ܙܘܥܐ ܪܒܐ ܗܘܐ ܡܠܐܟܐ ܓܝܪ ܕܡܪܝܐ ܢܚܬ ܡܢ ܫܡܝܐ ܘܩܪܒ ܥܓܠ ܟܐܦܐ ܡܢ ܬܪܥܐ ܘܝܬܒ ܗܘܐ ܥܠܝܗ ܀
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3
|Mateus 28:3|
ܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܕܝܢ ܚܙܘܗ ܐܝܟ ܒܪܩܐ ܘܠܒܘܫܗ ܚܘܪ ܗܘܐ ܐܝܟ ܬܠܓܐ ܀
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4
|Mateus 28:4|
ܘܡܢ ܕܚܠܬܗ ܐܬܬܙܝܥܘ ܐܝܠܝܢ ܕܢܛܪܝܢ ܗܘܘ ܘܗܘܘ ܐܝܟ ܡܝܬܐ ܀
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5
|Mateus 28:5|
ܥܢܐ ܕܝܢ ܡܠܐܟܐ ܘܐܡܪ ܠܢܫܐ ܐܢܬܝܢ ܠܐ ܬܕܚܠܢ ܝܕܥ ܐܢܐ ܓܝܪ ܕܠܝܫܘܥ ܕܐܙܕܩܦ ܒܥܝܢ ܐܢܬܝܢ ܀
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6
|Mateus 28:6|
ܠܐ ܗܘܐ ܬܢܢ ܩܡ ܠܗ ܓܝܪ ܐܝܟܢܐ ܕܐܡܪ ܬܐܝܝܢ ܚܙܝܝܢ ܕܘܟܬܐ ܕܤܝܡ ܗܘܐ ܒܗ ܡܪܢ ܀
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7
|Mateus 28:7|
ܘܙܠܝܢ ܒܥܓܠ ܐܡܪܝܢ ܠܬܠܡܝܕܘܗܝ ܕܩܡ ܡܢ ܒܝܬ ܡܝܬܐ ܘܗܐ ܩܕܡ ܠܟܘܢ ܠܓܠܝܠܐ ܬܡܢ ܬܚܙܘܢܝܗܝ ܗܐ ܐܡܪܬ ܠܟܝܢ ܀
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8
|Mateus 28:8|
ܘܐܙܠ ܥܓܠ ܡܢ ܩܒܪܐ ܒܕܚܠܬܐ ܘܒܚܕܘܬܐ ܪܒܬܐ ܘܪܗܛܢ ܕܢܐܡܪܢ ܠܬܠܡܝܕܘܗܝ ܀
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9
|Mateus 28:9|
ܘܗܐ ܝܫܘܥ ܦܓܥ ܒܗܝܢ ܘܐܡܪ ܠܗܝܢ ܫܠܡ ܠܟܝܢ ܗܢܝܢ ܕܝܢ ܩܪܒ ܐܚܕ ܪܓܠܘܗܝ ܘܤܓܕܝܢ ܠܗ ܀
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10
|Mateus 28:10|
ܗܝܕܝܢ ܐܡܪ ܠܗܝܢ ܝܫܘܥ ܠܐ ܬܕܚܠܢ ܐܠܐ ܙܠܝܢ ܐܡܪܝܢ ܠܐܚܝ ܕܢܐܙܠܘܢ ܠܓܠܝܠܐ ܘܬܡܢ ܢܚܙܘܢܢܝ ܀
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva