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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Mateus 28:1|
ܒܪܡܫܐ ܕܝܢ ܒܫܒܬܐ ܕܢܓܗ ܚܕ ܒܫܒܐ ܐܬܬ ܡܪܝܡ ܡܓܕܠܝܬܐ ܘܡܪܝܡ ܐܚܪܬܐ ܕܢܚܙܝܢ ܩܒܪܐ ܀
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2
|Mateus 28:2|
ܘܗܐ ܙܘܥܐ ܪܒܐ ܗܘܐ ܡܠܐܟܐ ܓܝܪ ܕܡܪܝܐ ܢܚܬ ܡܢ ܫܡܝܐ ܘܩܪܒ ܥܓܠ ܟܐܦܐ ܡܢ ܬܪܥܐ ܘܝܬܒ ܗܘܐ ܥܠܝܗ ܀
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3
|Mateus 28:3|
ܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܕܝܢ ܚܙܘܗ ܐܝܟ ܒܪܩܐ ܘܠܒܘܫܗ ܚܘܪ ܗܘܐ ܐܝܟ ܬܠܓܐ ܀
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4
|Mateus 28:4|
ܘܡܢ ܕܚܠܬܗ ܐܬܬܙܝܥܘ ܐܝܠܝܢ ܕܢܛܪܝܢ ܗܘܘ ܘܗܘܘ ܐܝܟ ܡܝܬܐ ܀
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5
|Mateus 28:5|
ܥܢܐ ܕܝܢ ܡܠܐܟܐ ܘܐܡܪ ܠܢܫܐ ܐܢܬܝܢ ܠܐ ܬܕܚܠܢ ܝܕܥ ܐܢܐ ܓܝܪ ܕܠܝܫܘܥ ܕܐܙܕܩܦ ܒܥܝܢ ܐܢܬܝܢ ܀
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6
|Mateus 28:6|
ܠܐ ܗܘܐ ܬܢܢ ܩܡ ܠܗ ܓܝܪ ܐܝܟܢܐ ܕܐܡܪ ܬܐܝܝܢ ܚܙܝܝܢ ܕܘܟܬܐ ܕܤܝܡ ܗܘܐ ܒܗ ܡܪܢ ܀
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7
|Mateus 28:7|
ܘܙܠܝܢ ܒܥܓܠ ܐܡܪܝܢ ܠܬܠܡܝܕܘܗܝ ܕܩܡ ܡܢ ܒܝܬ ܡܝܬܐ ܘܗܐ ܩܕܡ ܠܟܘܢ ܠܓܠܝܠܐ ܬܡܢ ܬܚܙܘܢܝܗܝ ܗܐ ܐܡܪܬ ܠܟܝܢ ܀
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8
|Mateus 28:8|
ܘܐܙܠ ܥܓܠ ܡܢ ܩܒܪܐ ܒܕܚܠܬܐ ܘܒܚܕܘܬܐ ܪܒܬܐ ܘܪܗܛܢ ܕܢܐܡܪܢ ܠܬܠܡܝܕܘܗܝ ܀
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9
|Mateus 28:9|
ܘܗܐ ܝܫܘܥ ܦܓܥ ܒܗܝܢ ܘܐܡܪ ܠܗܝܢ ܫܠܡ ܠܟܝܢ ܗܢܝܢ ܕܝܢ ܩܪܒ ܐܚܕ ܪܓܠܘܗܝ ܘܤܓܕܝܢ ܠܗ ܀
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10
|Mateus 28:10|
ܗܝܕܝܢ ܐܡܪ ܠܗܝܢ ܝܫܘܥ ܠܐ ܬܕܚܠܢ ܐܠܐ ܙܠܝܢ ܐܡܪܝܢ ܠܐܚܝ ܕܢܐܙܠܘܢ ܠܓܠܝܠܐ ܘܬܡܢ ܢܚܙܘܢܢܝ ܀
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva