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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Mateus 23:1|
ܗܝܕܝܢ ܝܫܘܥ ܡܠܠ ܥܡ ܟܢܫܐ ܘܥܡ ܬܠܡܝܕܘܗܝ ܀
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2
|Mateus 23:2|
ܘܐܡܪ ܠܗܘܢ ܥܠ ܟܘܪܤܝܐ ܕܡܘܫܐ ܝܬܒܘ ܤܦܪܐ ܘܦܪܝܫܐ ܀
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3
|Mateus 23:3|
ܟܠ ܡܕܡ ܗܟܝܠ ܕܢܐܡܪܘܢ ܠܟܘܢ ܕܬܛܪܘܢ ܛܪܘ ܘܥܒܕܘ ܐܝܟ ܥܒܕܝܗܘܢ ܕܝܢ ܠܐ ܬܥܒܕܘܢ ܐܡܪܝܢ ܓܝܪ ܘܠܐ ܥܒܕܝܢ ܀
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4
|Mateus 23:4|
ܘܐܤܪܝܢ ܡܘܒܠܐ ܝܩܝܪܬܐ ܘܤܝܡܝܢ ܥܠ ܟܬܦܬܐ ܕܒܢܝ ܐܢܫܐ ܗܢܘܢ ܕܝܢ ܒܨܒܥܗܘܢ ܠܐ ܨܒܝܢ ܕܢܩܪܒܘܢ ܠܗܝܢ ܀
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5
|Mateus 23:5|
ܘܟܠܗܘܢ ܥܒܕܝܗܘܢ ܥܒܕܝܢ ܕܢܬܚܙܘܢ ܠܒܢܝ ܐܢܫܐ ܡܦܬܝܢ ܓܝܪ ܬܦܠܝܗܘܢ ܘܡܘܪܟܝܢ ܬܟܠܬܐ ܕܡܪܛܘܛܝܗܘܢ ܀
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6
|Mateus 23:6|
ܘܪܚܡܝܢ ܪܫ ܤܡܟܐ ܒܚܫܡܝܬܐ ܘܪܫ ܡܘܬܒܐ ܒܟܢܘܫܬܐ ܀
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7
|Mateus 23:7|
ܘܫܠܡܐ ܒܫܘܩܐ ܘܕܢܗܘܘܢ ܡܬܩܪܝܢ ܡܢ ܐܢܫܐ ܪܒܝ ܀
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8
|Mateus 23:8|
ܐܢܬܘܢ ܕܝܢ ܠܐ ܬܬܩܪܘܢ ܪܒܝ ܚܕ ܗܘ ܓܝܪ ܪܒܟܘܢ ܐܢܬܘܢ ܕܝܢ ܟܠܟܘܢ ܐܚܐ ܐܢܬܘܢ ܀
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9
|Mateus 23:9|
ܘܐܒܐ ܠܐ ܬܩܪܘܢ ܠܟܘܢ ܒܐܪܥܐ ܚܕ ܗܘ ܓܝܪ ܐܒܘܟܘܢ ܕܒܫܡܝܐ ܀
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10
|Mateus 23:10|
ܘܠܐ ܬܬܩܪܘܢ ܡܕܒܪܢܐ ܡܛܠ ܕܚܕ ܗܘ ܡܕܒܪܢܟܘܢ ܡܫܝܚܐ ܀
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Sugestões

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20 de fevereiro LAB 417
PRINCÍPIOS E ORDEM
Números 25-27
Você tem lido a Bíblia direitinho? Tem estudado cada parte dela ou apenas tem feito uma leitura superficial? Tome cuidado porque o leitor da Bíblia que a lê superficialmente torna-se, automaticamente, um cristão superficial.
E não há como aprofundar-se nos conhecimentos bíblicos, principalmente na parte histórica, se ignorarmos as longas listas existentes na Bíblia. As genealogias, por exemplo, são importantes porque nelas conseguimos dados mais palpáveis para a solidificação de um conhecimento histórico, que esteja apto a responder as perguntas básicas: “Quem? Como? Onde? Quando? Por quê?”
Nessas listas, ficamos conhecendo mais de perto as pessoas e as datas. Quando você está fazendo suas anotações, muitas vezes, se quer saber mais detalhes, é preciso dar uma parada na pesquisa e consultar as listas para checar algum nome, relação, parentesco, etc. Por falar em parentesco, na leitura de hoje vemos o próprio Deus dando uma parada para checar a lista, já que a história do povo de Israel estava bagunçada.
O povo deixara de agir por princípios para agir pela lógica humana. Naquela época, a lógica era:
“A divindade está no Céu, nós estamos na Terra; a divindade manda a chuva, nós precisamos da chuva; isso é relacionamento, como um casamento; no casamento, existe o sexo, e o sexo é uma bênção; nos aproximamos da divindade através do culto, isso é relacionamento, como no casamento; logo, a maior expressão disso tudo seria praticar sexo no culto sagrado. E não será adultério, porque não é com a mulher do próximo, é com as sacerdotisas, prostitutas cultuais; e não é maldade, porque não estará matando ninguém, nem roubando, nem esfaqueando, nem brigando; é uma união em nome da paz, do amor, da religião, do bem estar de todos, e com muito prazer, é claro! Então, porque não fazer?”
Essa foi a lógica satânica que se passou na cabeça dos israelitas quando foram acampar em Sitim e se depararam com o estilo de adoração dos moabitas, que praticavam imoralidade sexual na hora dos sacrifícios para os seus deuses. Por princípio, os israelitas sabiam da importância da pureza sexual, que reserva as atividades sexuais somente para dentro do casamento. Mas pela lógica, eles tinham todos os argumentos possíveis para alimentar o prazer.
A consequência disso? Tiago 1:15 responde na teoria: “Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte.” Na prática, a consequência disso é respondida na nossa leitura, mostrando que a bagunça geral foi a morte. Por isso existe a reorganização da lista em Números 26 e a readaptação à nova vida em Números 27.
Deus gosta da ordem!
Valdeci Júnior
Fátima Silva