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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Ageu 2:1|
Ensimäisenä päivänä kolmattakymmentä, seitsemäntenä kuukautena, tapahtui Herran sana propheta Haggain kautta ja sanoi:
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2
|Ageu 2:2|
Puhu nyt Serubbabelille Sealtielin pojalle, Juudan päämiehelle, ja Josualle Jotsadakin pojalle, ylimmäiselle papille, ja jätetylle kansalle, ja sano:
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3
|Ageu 2:3|
Kuka on jääneissä, joka tämän huoneen entisessä kunniassansa nähnyt on? ja kuinka se nyt teille näyttää? eikö se ole sen suhteen niinkuin ei mitään teidän silmäinne edessä?
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4
|Ageu 2:4|
Ja nyt Serubbabel, ole hyvässä turvassa, sanoo Herra; ole sinäkin hyvässä turvassa, Josua Jotsadakin poika, ylimmäinen pappi; olkaat kaikka kansa maakunnassa hyvässä turvassa, sanoo Herra, ja tehkäät työtä; sillä minä olen teidän kanssanne, sanoo Herra Zebaot.
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5
|Ageu 2:5|
Sen sanan jälkeen kuin minä tein teidän kanssanne liiton, kuin te Egyptistä vaelsitte, ja minun henkeni pitää teidän keskellänne pysymän: älkäät peljätkö.
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6
|Ageu 2:6|
Sillä näin sanoo Herra Zebaot: vielä on vähä aikaa, niin minä taivaan, maan, meren ja mantereen saatan liikkumaan.
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7
|Ageu 2:7|
Ja tahdon saattaa kaikki pakanat liikkumaan; silloin tulee kaikkein pakanain toivo, ja minä täytän tämän huoneen kunnialla, sanoo Herra Zebaot.
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8
|Ageu 2:8|
Sillä minun on hopia ja minun on kulta, sanoo Herra Zebaot.
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9
|Ageu 2:9|
Tämän jälkimäisen huoneen kunnia on suurempi oleva kuin ensimäisen, sanoo Herra Zebaot; ja minä tahdon antaa rauhan tälle paikalle, sanoo Herra Zebaot.
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10
|Ageu 2:10|
Neljäntenä päivänä kolmattakymmentä, yhdeksäntenä kuukautena toisena Dariuksen vuotena, tapahtui Herran sana propheta Haggaille ja sanoi:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva