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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Hebreus 5:1|
Sillä jokainen ylimmäinen pappi, otettu ihmisistä, pannaan ihmisten edestä niissä asioissa, jotka Jumalalle tulevat, uhraamaan lahjoja ja uhreja syntein edestä,
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|Hebreus 5:2|
Joka niitä armahtaisi, jotka taitamattomat ja eksyväiset ovat, että hän itsekin heikkoudella ympärikääritty on,
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3
|Hebreus 5:3|
Ja tämän tähden tulee hänen niinkuin kansan edestä, niin itsensäkin edestä uhrata syntein edestä.
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4
|Hebreus 5:4|
Ja ei yksikään omista itsellensä sitä kunniaa, vaan se, joka Jumalalta kutsutaan, niinkuin myös Aaron.
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5
|Hebreus 5:5|
Niin myös Kristus ei ole itsiänsä kunnioittanut, että hän ylimmäiseksi Papiksi oli tuleva, mutta se, joka hänelle sanoi: sinä olet minun Poikani, tänäpänä minä sinun synnytin.
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6
|Hebreus 5:6|
Niinkuin hän sanoo toisessa paikassa: sinä olet Pappi ijankaikkisesti, Melkisedekin säädyn jälkeen.
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7
|Hebreus 5:7|
Joka lihansa päivinä on uhrannut rukoukset ja nöyrät anomiset, väkevällä huudolla ja kyyneleillä sen tykö, joka hänen voi kuolemasta pelastaa, ja on myös kuultu, että hän Jumalaa kunnioitti.
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8
|Hebreus 5:8|
Ja vaikka hän (Jumalan) Poika oli, on hän kuitenkin niistä, joita hän kärsi, kuuliaisuuden oppinut.
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9
|Hebreus 5:9|
Ja kuin hän täydelliseksi tuli, on hän kaikille niille, jotka hänelle kuuliaiset ovat, syy ijankaikkiseen autuuteen,
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10
|Hebreus 5:10|
Ja on Jumalalta ylimmäiseksi Papiksi nimitetty, Melkisedekin säädyn jälkeen,
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva