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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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20
|João 18:20|
Jesus vastasi häntä: minä olen maailman edessä julkisesti puhunut: minä olen synagogassa opettanut ja templissä, johonka Juudalaiset joka paikasta kokoon tulevat, ja en ole mitään salaisuudessa puhunut.
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21
|João 18:21|
Mitäs minulta kysyt? Kysy niiltä, jotka kuulivat, mitä minä heille puhunut olen. Katso, ne tietävät, mitä minä sanonut olen.
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22
|João 18:22|
Mutta kuin hän näitä puhui, antoi yksi niistä palvelioita, jotka läsnä seisoivat, Jesukselle korvapuustin ja sanoi: niinkö sinä vastaat ylimmäistä pappia!
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23
|João 18:23|
Jesus vastasi häntä: jos minä pahasti puhuin, niin tunnusta se pahaksi, mutta jos minä oikein puhuin, miksis minua lyöt?
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24
|João 18:24|
Niin Hannas lähetti hänen sidottuna ylimmäisen papin Kaiphaan tykö.
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25
|João 18:25|
Mutta Simon Pietari seisoi ja lämmitteli. Niin he sanoivat hänelle: etkö sinä ole myös hänen opetuslapsiansa? Hän kielsi ja sanoi: en ole.
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26
|João 18:26|
Sanoi hänelle yksi ylimmäisen papin palvelioista, sen lanko, jonka korvan Pietari hakkasi pois: enkö minä sinua nähnyt yrttitarhassa hänen kanssansa?
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27
|João 18:27|
Niin Pietari taas kielsi, ja kohta kukko lauloi.
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28
|João 18:28|
Niin he veivät Jesuksen Kaiphaan tyköä raastupaan. Mutta se oli aamu, ja ei he menneet raastupaan, ettei he itsiänsä saastuttaisi, vaan söisivät pääsiäislampaan.
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29
|João 18:29|
Niin Pilatus meni ulos heidän tykönsä ja sanoi: mitä kannetta te tuotte tätä miestä vastaan?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva