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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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30
|João 18:30|
He vastasivat ja sanoivat hänelle: ellei hän pahantekiä olisi, emme olisi häntä sinun haltuus antaneet.
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31
|João 18:31|
Niin Pilatus sanoi heille: ottakaat te häntä ja tuomitkaat häntä teidän lakinne jälkeen. Juudalaiset sanoivat siis hänelle: meidän ei sovi ketään tappaa;
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32
|João 18:32|
Että jesuksen puhe täytettäisiin, kuin hän sanoi, merkiten, millä kuolemalla hänen piti kuoleman.
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33
|João 18:33|
Niin Pilatus taas meni raastupaan, kutsui Jesuksen ja sanoi hänelle: oletkos sinä Juudalaisten kuningas?
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34
|João 18:34|
Jesus vastasi häntä: sanotko sinä sen itsestäs, eli ovatko muut sen minusta sinulle sanoneet?
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35
|João 18:35|
Pilatus vastasi: olenko minä Juudalainen? Sinun kansas ja ylimmäiset papit antoivat ylön sinun minulle: mitäs tehnyt olet?
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36
|João 18:36|
Jesus vastasi: ei minun valtakuntani ole tästä maailmasta. Jos minun valtakuntani olis tästä maailmasta, niin tosin minun palveliani olisivat sotineet, etten minä olisi tullut annetuksi ylön Juudalaisille; mutta ei minun valtakuntakuntani ole täältä.
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37
|João 18:37|
Niin Pilatus sanoi hänelle: niin sinä olet kuningas? Jesus vastasi: sinä sen sanot, että minä olen kuningas. Sitä varten olen minä syntynyt ja sitä varten maailmaan tullut, että minä totuden tunnustan. Jokainen, joka on totuudesta, se kuulee minun ääneni.
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38
|João 18:38|
Pilatus sanoi hänelle: minä on totuus? Ja kuin hän sen sanonut oli, meni hän taas ulos Juudalaisten tykö ja sanoi heille: en minä löydä yhtään syytä hänessä.
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39
|João 18:39|
Mutta teillä on tapa, että minun pitää teille päästämän yhden pääsiäisenä: tahdotteko siis, että minä päästän teille Juudalaisten kuninkaan?
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva