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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Josué 17:1|
Ja arpa lankesi Manassen sukukunnalle, sillä hän oli Josephin esikoinen, ja se lankesi Makirille Manassen esikoiselle, Gileadin isälle; sillä hän oli jalo sotamies, sentähden sai hän Gileadin ja Basanin.
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2
|Josué 17:2|
Muille Manassen lapsille myös lankesi arpa heidän sukukuntainsa jälkeen: Abieserin lapsille, Helekin lapsille, Asrielin lapsille, Sekemin lapsille, Hepherin lapsille ja Semidan lapsille. Nämät ovat Manassen Josephin pojan lapset, jotka olivat miehenpuolet heidän suvuissansa.
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3
|Josué 17:3|
Mutta Zelophkadilla Hepherin pojalla, Gileadin pojan, Makirin pojan, Manassen pojan, ei ollut yhtään poikaa, vaan tyttäriä; ja nämät ovat hänen tytärtensä nimet: Makla ja Noa, Hogla, Milka ja Tirtsa.
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4
|Josué 17:4|
Ja he menivät papin Eleatsarin ja Josuan Nunin pojan ja ylimmäisten tykö, ja sanoivat: Herra käski Moseksen antaa meille perinnön meidän veljeimme sekaan; ja hän antoi myös heille perinnön heidän isänsä veljein sekaan, Herran käskyn jälkeen.
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5
|Josué 17:5|
Mutta Manasselle tuli kymmenen osaa, paitsi Gileadin ja Basanin maata, jotka ovat tuolla puolella Jordania;
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6
|Josué 17:6|
Sillä Manassen tyttäret saivat perinnön hänen poikainsa seassa; ja Gileadin maa oli annettu muille Manassen pojille.
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7
|Josué 17:7|
Ja Manassen raja oli Asserista Mihmetatiin asti, joka on Sikemin edessä, ja menee ulos oikian käden puoleen niihin asti, kuin asuivat EnTapuassa.
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8
|Josué 17:8|
Tapuan maa tuli Manasselle, mutta Tapua Manassen rajalla Ephraimin lapsille.
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9
|Josué 17:9|
Sitte tulee se alas NahalKanaan asti etelään päin velikaupungeita, jotka Ephraimin omat ovat, Manassen kaupunkien seassa. Mutta pohjan puolesta ovat Manassen rajat ojaan asti, ja niiden ääret ovat meren tykönä,
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10
|Josué 17:10|
Sillä Ephraimin maa on etelän puolella ja Manassen pohjan puolella, niin että meri on heidän rajansa, ja ulottuu Asseriin saakka pohjan puolesta, ja Isaskariin asti idän puolesta.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva