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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Josué 17:1|
Ja arpa lankesi Manassen sukukunnalle, sillä hän oli Josephin esikoinen, ja se lankesi Makirille Manassen esikoiselle, Gileadin isälle; sillä hän oli jalo sotamies, sentähden sai hän Gileadin ja Basanin.
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2
|Josué 17:2|
Muille Manassen lapsille myös lankesi arpa heidän sukukuntainsa jälkeen: Abieserin lapsille, Helekin lapsille, Asrielin lapsille, Sekemin lapsille, Hepherin lapsille ja Semidan lapsille. Nämät ovat Manassen Josephin pojan lapset, jotka olivat miehenpuolet heidän suvuissansa.
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3
|Josué 17:3|
Mutta Zelophkadilla Hepherin pojalla, Gileadin pojan, Makirin pojan, Manassen pojan, ei ollut yhtään poikaa, vaan tyttäriä; ja nämät ovat hänen tytärtensä nimet: Makla ja Noa, Hogla, Milka ja Tirtsa.
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4
|Josué 17:4|
Ja he menivät papin Eleatsarin ja Josuan Nunin pojan ja ylimmäisten tykö, ja sanoivat: Herra käski Moseksen antaa meille perinnön meidän veljeimme sekaan; ja hän antoi myös heille perinnön heidän isänsä veljein sekaan, Herran käskyn jälkeen.
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5
|Josué 17:5|
Mutta Manasselle tuli kymmenen osaa, paitsi Gileadin ja Basanin maata, jotka ovat tuolla puolella Jordania;
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6
|Josué 17:6|
Sillä Manassen tyttäret saivat perinnön hänen poikainsa seassa; ja Gileadin maa oli annettu muille Manassen pojille.
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7
|Josué 17:7|
Ja Manassen raja oli Asserista Mihmetatiin asti, joka on Sikemin edessä, ja menee ulos oikian käden puoleen niihin asti, kuin asuivat EnTapuassa.
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8
|Josué 17:8|
Tapuan maa tuli Manasselle, mutta Tapua Manassen rajalla Ephraimin lapsille.
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9
|Josué 17:9|
Sitte tulee se alas NahalKanaan asti etelään päin velikaupungeita, jotka Ephraimin omat ovat, Manassen kaupunkien seassa. Mutta pohjan puolesta ovat Manassen rajat ojaan asti, ja niiden ääret ovat meren tykönä,
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10
|Josué 17:10|
Sillä Ephraimin maa on etelän puolella ja Manassen pohjan puolella, niin että meri on heidän rajansa, ja ulottuu Asseriin saakka pohjan puolesta, ja Isaskariin asti idän puolesta.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva