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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Josué 22:6|
Niin Josua siunasi heitä ja antoi heidän mennä, ja he menivät majoillensa.
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7
|Josué 22:7|
Manassen puolelle sukukunnalle on Moses antanut Basanissa ja toiselle puolelle antoi Josua heidän veljeinsä keskellä tällä puolella Jordania länteen päin. Ja kuin Josua antoi heidän käydä majoillensa ja siunasi heitä,
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8
|Josué 22:8|
Puhui hän heille, sanoen: te tulette kotia suurella saaliilla teidän majoillenne ja sangen suurella karjalaumalla, hopialla, kullalla, vaskella, raudalla ja aivan paljoilla vaatteilla; niin jakakaat teidän vihamiestenne saalis teidän veljeinne kanssa.
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9
|Josué 22:9|
Ja niin palasivat Rubenilaiset ja Gadilaiset ja puoli Manassen sukukuntaa, ja menivät pois Israelin lasten tyköä Silosta, joka Kanaanin maalla on, menemään Gileadin maahan, perintömaahansa, jonka he olivat perineet Herran käskyn jälkeen Moseksen kautta.
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10
|Josué 22:10|
Ja kuin he tulivat Jordanin rajoille, jotka Kanaanin maassa ovat, rakensivat Rubenilaiset, Gadilaiset ja puoli Manassen sukukuntaa siinä lähes Jordania jalon suuren alttarin.
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|Josué 22:11|
Ja kuin Israelin lapset kuulivat sanottavan: katso, Rubenin lapset, Gadin lapset ja puoli Manassen sukukuntaa ovat rakentaneet alttarin Kanaanin maata vastaan, lähes Jordanin rajoja Israelin lasten puolelle;
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|Josué 22:12|
Ja Israelin lapset kuulivat sen, ja koko Israelin lasten joukko kokoontui Silossa, menemään ylös sotimaan heitä vastaan.
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|Josué 22:13|
Ja Israelin lapset lähettivät Rubenilaisten, Gadilaisten ja puolen Manassen sukukunnan tykö Gileadin maahan Pinehaan, papin Eleatsarin pojan,
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14
|Josué 22:14|
Ja kymmenen ylimmäistä päämiestä hänen kanssansa, yhden päämiehen kustakin isänsä huoneesta, kaikista Israelin sukukunnista, joista kukin oli isäinsä huonetten päämies Israelin tuhanten ylitse.
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|Josué 22:15|
Ja he tulivat Rubenilaisten, Gadilaisten ja puolen Manassen sukukunnan tykö Gileadin maahan ja puhuivat heidän kanssansa, sanoen:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva