-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Suomen Raamattuopisto (1776) -
-
1
|Lucas 17:1|
Niin hän sanoi opetuslapsillensa: se on mahdotoin, ettei pahennukset tule. Mutta voi häntä, jonka kautta ne tulevat!
-
2
|Lucas 17:2|
Se olis hänelle parempi, että myllyn kivi ripustettaisiin hänen kaulaansa, ja heitettäisiin mereen, kuin että hän jonkun näistä pienistä pahentais.
-
3
|Lucas 17:3|
Kavahtakaat teitänne. Jos veljes rikkoo sinua vastaan, niin nuhtele häntä: ja jos hän itsensä parantaa, niin anna hänelle anteeksi.
-
4
|Lucas 17:4|
Ja jos hän seitsemän kertaa päivässä rikkoo sinua vastaan, ja seitsemän kertaa päivässä sinun tykös palajaa, sanoen: minä kadun; niin anna hänelle anteeksi.
-
5
|Lucas 17:5|
Ja apostolit sanoivat Herralle: lisää meille uskoa.
-
6
|Lucas 17:6|
Mutta Herra sanoi: jos teillä olis usko niinkuin sinapin siemen, ja te sanoisitte tälle metsäfikunalle: nouse ylös juurines ja istuta sinus mereen, niin se kuulis teitä.
-
7
|Lucas 17:7|
Mutta kenellä teistä on palvelia, joka kyntää taikka karjaa kaitsee, ja kuin hän metsästä kotia tulee, että hän sanoo kohta hänelle: mene rualle?
-
8
|Lucas 17:8|
Vaan eikö hän pikemmin sano hänelle: valmista minulle ehtoollista, sonnusta sinus, ja palvele minua, niinkauvan kuin minä syön ja juon; ja syö ja juo sinä sitte?
-
9
|Lucas 17:9|
Vai kiittääkö hän palveliaansa, että hän teki, mitä hänelle käsketty oli? En luule.
-
10
|Lucas 17:10|
Niin myös te, kuin te olette kaikki tehneet, mitä teille käsketty on, niin sanokaat: me olemme kelvottomat palveliat: me teimme sen, minkä meidän piti tekemän.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva