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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Lucas 21:1|
Mutta kuin hän katsoi, näki hän rikkaat panevan lahjojansa uhri-arkkkuun.
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2
|Lucas 21:2|
Hän näki myös köyhän lesken panevan siihen kaksi ropoa.
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3
|Lucas 21:3|
Ja sanoi: totisesti sanon minä teille: tämä köyhä leski pani enemmän kuin nämät kaikki.
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4
|Lucas 21:4|
Sillä kaikki nämät panivat siitä, mitä heillä liiaksi oli, Jumalan uhriski, vaan tämä pani köyhyydestänsä kaiken tavaransa, mikä hänellä oli.
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5
|Lucas 21:5|
Ja kuin muutamat sanoivat hänelle templistä, kuinka kauniilla kivillä ja kappaleilla se kaunistettu oli, niin hän sanoi:
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6
|Lucas 21:6|
Näitäkö te katselette? Ne päivät pitää tuleman, joina ei pidä kiveä kiven päälle jätettämän, jota ei maahan jaoteta.
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7
|Lucas 21:7|
Niin he kysyivät häneltä ja sanoivat: Mestari, koskas nämät tapahtuvat? ja mikä merkki on, koska nämät tulevat?
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8
|Lucas 21:8|
Hän sanoi: katsokaat, ettei teitä petetä; sillä moni tulee minun nimeeni ja sanoo: minä se olen! aika on kyllä läsnä, älkäät kuitenkaan heitä seuratko.
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9
|Lucas 21:9|
Mutta kuin te kuulette sotia ja kapinoita, niin älkäät peljästykö; sillä nämät pitää ensin tapahtuman, vaan ei kohta loppu ole.
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10
|Lucas 21:10|
Niin hän sanoi heille: kansa nousee kansaa vastaan, ja valtakunta valtakuntaa vastaan.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva