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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Levítico 16:1|
Ja Herra puhui Mosekselle, sittekuin ne kaksi Aaronin poikaa kuolleet olivat; sillä uhratessansa Herran edessä kuolivat he.
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2
|Levítico 16:2|
Ja Herra sanoi Mosekselle: sano veljelles Aaronille, ettei hän joka aika mene sisimäiseen pyhään, sisälliselle puolelle esirippua armo-istuimen eteen, joka arkin päällä on, ettei hän kuolisi; sillä minä näytän minun pilvessä armo-istuimen päällä.
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3
|Levítico 16:3|
Mutta näiden kanssa pitää Aaronin käymän pyhään sisälle: hänen pitää ottaman nuoren mullin rikosuhriksi, ja oinaan polttouhriksi,
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4
|Levítico 16:4|
Ja pitää pukeman pyhän liinahameen yllensä ja liinaisen alusvaatteen ihonsa päälle, ja vyöttämään itsensä liinaisella vyöllä, ja paneman liinahiipan päähänsä; sillä ne ovat pyhät vaatteet, ja pitää viruttaman ihonsa vedellä, ja ne pukeman päällensä.
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5
|Levítico 16:5|
Ja pitää ottaman Israelin lasten joukolta kaksi kaurista rikosuhriksi ja yhden oinaan polttouhriksi.
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6
|Levítico 16:6|
Ja Aaronin pitää tuoman mullin rikosuhriksensa ja sovittaman itsensä huoneinensa,
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7
|Levítico 16:7|
Ja sitte ottaman ne kaksi kaurista asettaaksensa Herran eteen, seurakunnan majan ovella.
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8
|Levítico 16:8|
Ja Aaronin pitää heittämän arvan kahdesta kauriista: toisen arvan Herralle, ja toisen vapaalle kauriille.
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9
|Levítico 16:9|
Ja Aaronin pitää uhraaman sen kauriin, jonka päälle Herran arpa lankesi, ja valmistaman sen rikosuhriksi.
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10
|Levítico 16:10|
Mutta sen kauriin, jonka päälle vapauden arpa lankesi, pitää hänen asettaman elävänä Herran eteen, että hänen pitää sovittaman sen ja päästämän sen vapaan kauriin korpeen.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva