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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Malaquias 2:1|
Ja te papit, tämä käsky tulee nyt teille.
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2
|Malaquias 2:2|
Ellette sitä kuule, ja ellette pane sydämeenne, että te niin antaisitte minun nimelleni kunnian, sanoo Herra Zebaot, niin minä lähetän teidän sekaanne kirouksen, ja kiroon teidän siunauksianne; jopa minä olen myös niitä kironnut, ettette sitä tahtoneet panna sydämeenne.
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3
|Malaquias 2:3|
Katso, minä tahdon turmella teidän siemenenne, ja paiskaan sonnan teidän kasvoillenne, teidän juhlapäiväinne sonnan, niin että se ijäksi teihin tarttuu.
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4
|Malaquias 2:4|
Niin te saatte tuta, että minä sen käskyn teille lähettänyt olen, että sen piti minun liittoni Levin kanssa oleman, sanoo Herra Zebaot.
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5
|Malaquias 2:5|
Sillä minun liittoni oli hänen kanssansa elämään ja rauhaan, ja minä annoin ne pelvoksi hänelle, pelkäämään minua, ja minun nimeäni hämmästymään.
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6
|Malaquias 2:6|
Totuuden laki oli hänen suussansa, ja ei löydetty mitään pahaa hänen huulissansa; hän vaelsi rauhallisesti ja toimellisesti minun edessäni, ja käänsi monta pois synnistä.
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7
|Malaquias 2:7|
Sillä papin huulet pitää opin kätkemän, että lakia hänen suustansa kysyttäisiin; sillä hän on Herran Zebaotin enkeli.
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8
|Malaquias 2:8|
Mutta te olette tieltä poikenneet, pahoitatte monta laissa, ja olette Levin liiton rikkoneet, sanoo Herra Zebaot.
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9
|Malaquias 2:9|
Sentähden olen minä myös tehnyt, että te olette hyljätyt ja ylönkatsotut kaiken kansan edessä, ettette pidä minun teitäni, mutta katsotte ihmisten muotoa laissa.
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10
|Malaquias 2:10|
Eikö meillä kaikilla ole yksi Isä? eikö yksi Jumala meitä luonut ole? Miksi me katsomme ylön toinen toisemme, ja rikomme sen liiton, joka meidän isäimme kanssa tehty oli?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva