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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Malaquias 3:11|
Ja minä tahdon teiltä syöjän rangaista ettei se teiltä maan hedelmää hukuttaisi, ja ettei viinapuu teidän pellossanne olisi hedelmätöin, sanoo Herra Zebaot.
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12
|Malaquias 3:12|
Niin että kaikki pakanat pitää teidän autuaaksi sanoman; sillä teidän pitää kallis maa oleman, sanoo Herra Zebaot.
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13
|Malaquias 3:13|
Kovasti te puhutte minua vastaan, sanoo Herra. Ja te sanotte: mitä me puhumme sinua vastaan?
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14
|Malaquias 3:14|
Te sanotte: se on turha, kuin Jumalaa palvellaan, ja mitä se auttaa, että me pidämme hänen käskynsä, ja vaivaamme meidän elämäämme Herran Zebaotin edessä?
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15
|Malaquias 3:15|
Sentähden me ylistämme ylönkatsojia; sillä jumalattomat menestyvät; he kiusaavat Jumalaa, ja se heille menestyy.
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16
|Malaquias 3:16|
Silloin ne, jotka Herraa pelkäävät, lohduttavat toinen toistansa näin: Herra ottaa siitä vaarin ja kuulee sen, ja muistokirja on kirjoitettu hänen eteensä niille, jotka Herraa pelkäävät ja muistavat hänen nimensä.
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17
|Malaquias 3:17|
Niiden pitää, sanoo Herra Zebaot, sinä päivänä, jonka minä teen, oleman minun omani; ja minä tahdon heitä armahtaa, niinkuin mies armahtaa poikaansa, joka häntä palvelee.
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18
|Malaquias 3:18|
Ja teidän pitää jälleen sitä vastaan näkemän, mikä eroitus on vanhurskaan ja jumalattoman vaiheella, ja sen vaiheella, joka Jumalaa palvelee, ja sen, joka ei häntä palvele.
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva