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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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21
|Mateus 8:21|
Toinen hänen opetuslapsistansa sanoi hänelle: Herra, salli minun ensin mennä hautaamaan isääni.
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22
|Mateus 8:22|
Niin Jesus sanoi hänelle: seuraa minua, ja anna kuolleet haudata kuolleitansa.
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23
|Mateus 8:23|
Ja kuin hän oli haahteen astunut, seurasivat häntä hänen opetuslapsensa.
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24
|Mateus 8:24|
Mutta katso, suuri ilma nousi merellä, niin että haaksi aalloilta peitettiin. Mutta hän makasi.
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25
|Mateus 8:25|
Niin tulivat hänen opetuslapsensa ja herättivät hänen, ja sanoivat: Herra, auta meitä, me hukumme.
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26
|Mateus 8:26|
Ja hän sanoi heille: te heikko-uskoiset, miksi te olette pelkurit? Niin hän nousi ja asetti tuulen ja meren, ja tuli juuri tyveneksi.
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27
|Mateus 8:27|
Niin ihmiset ihmettelivät, sanoen: millainen tämä on? sillä tuulet ja meri ovat myös hänelle kuuliaiset.
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28
|Mateus 8:28|
Ja kuin hän tuli sille puolelle merta, Gerasalaisten maakuntaan, niin häntä vastaan juoksi kaksi pirulta riivattua, jotka olivat haudoista lähteneet, ja olivat sangen hirmuiset, niin ettei kenkään taitanut sitä tietä vaeltaa.
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29
|Mateus 8:29|
Ja katso, he huusivat sanoen: Jesus, Jumalan Poika, mitä meidän on sinun kanssas? Oletkos tullut tänne meitä vaivaamaan ennen aikaa?
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30
|Mateus 8:30|
Ja kaukana heistä kävi sangen suuri sikalauma laitumella.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva