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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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46
|Mateus 12:46|
Kuin hän vielä kansalle puhui, katso, hänen äitinsä ja veljensä seisoivat ulkona ja pyysivät häntä puhutella.
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47
|Mateus 12:47|
Niin yksi sanoi hänelle: katso, äitis ja veljes seisovat ulkona, ja tahtovat sinua puhutella.
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48
|Mateus 12:48|
Niin hän vastasi ja sanoi sille, joka hänelle sitä sanoi: kuka on minun äitini ja kutka ovat minun veljeni?
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49
|Mateus 12:49|
Ja hän ojensi kätensä opetuslastensa puoleen ja sanoi: minun äitini ja minun veljeni.
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50
|Mateus 12:50|
Sillä jokainen, joka tekee Isäni tahdon, joka on taivaissa, hän on minun veljeni, ja sisareni, ja äitini.
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1
|Mateus 13:1|
Mutta sinä päivänä läksi Jesus huoneesta ja istui meren tykönä.
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2
|Mateus 13:2|
Ja hänen tykönsä kokoontui paljo kansaa, niin että hän meni haahteen, ja istui: ja kaikki kansa seisoi rannalla.
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3
|Mateus 13:3|
Ja hän puhui heille paljon vertauksilla, sanoen: katso, kylväjä meni kylvämään.
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4
|Mateus 13:4|
Ja hänen kylväissänsä lankesivat muutamat tien oheen, ja linnut tulivat ja söivät ne.
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5
|Mateus 13:5|
Muutamat taas lankesivat kivistöön, kussa ei heillä ollut paljo maata, ja nousivat pian päälle, ettei heillä ollut syvää maata;
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva