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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Mateus 15:12|
Niin tulivat hänen opetuslapsensa, ja sanoivat hänelle: tiesitkös, että Pharisealaiset pahenivat, kuin he tämän puheen kuulivat?
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13
|Mateus 15:13|
Mutta hän vastasi ja sanoi: jokainen istutus, jota ei minun taivaallinen Isäni ole istuttanut, pitää juurinensa revittämän ylös.
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14
|Mateus 15:14|
Antakaat heidän olla: he ovat sokiat sokiain taluttajat; jos sokia sokiaa taluttaa, niin he molemmat kuoppaan lankeevat.
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15
|Mateus 15:15|
Niin vastasi Pietari ja sanoi hänelle: selitä meille tämä vertaus.
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16
|Mateus 15:16|
Niin Jesus sanoi: vieläkö tekin olette ymmärtämättömät?
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17
|Mateus 15:17|
Ettekö te vielä ymmärrä, että kaikki, mitä suuhun sisälle menee, se menee vatsaan, ja sillä on luonnollinen uloskäyminen.
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18
|Mateus 15:18|
Mutta jotka suusta tulevat ulos, ne lähtevät sydämestä ulos, ja saastuttavat ihmisen.
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19
|Mateus 15:19|
Sillä sydämestä tulevat ulos pahat ajatukset, murhat, salavuoteudet, huoruudet, varkaudet, väärät todistukset, pilkat:
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20
|Mateus 15:20|
Nämät ovat ne, jotka saastuttavat ihmisen; mutta pesemättömillä käsillä syödä, ei saastuta ihmistä.
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21
|Mateus 15:21|
Ja Jesus läksi sieltä ja poikkesi Tyron ja Sidonin maan ääriin.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva