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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Provérbios 30:1|
Agurin Jakenin pojan pojan sanat ja opetus, jonka se mies pujui Itielille, Itielille ja Ukkalille.
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2
|Provérbios 30:2|
Minä olen kaikkein hulluin, ja ihmisten ymmärrys ei ole minussa.
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3
|Provérbios 30:3|
En minä ole oppinut viisautta, ja en tiedä pyhäin taitoa.
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4
|Provérbios 30:4|
Kuka taivaaseen menee ylös ja tulee alas? kuka käsittää tuulen pivoonsa? kuka sitoo veden vaatteeseen? kuka 0n asttanut kaikki maan ääret? mikä on hänen nimensä? kuinka hänen poikansa kutsutaan? tiedätkös?
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5
|Provérbios 30:5|
Kaikki Jumalan sanat ovat kirkastetut, ja ovat kilpi niille, jotka uskovat hänen päällensä.
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6
|Provérbios 30:6|
Älä lisää hänen sanoihinsa, ettei hän sinua rankaisisi, ja sinä löyttäisiin valehteliaksi.
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7
|Provérbios 30:7|
Kahta minä sinulta anon, ettes minulta niitä kieltäisi, ennenkuin minä kuolen:
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8
|Provérbios 30:8|
Väärä oppi ja valhe olkoon minusta kaukana: köyhyyttä ja rikkautta älä minulle anna; vaan anna minun saada määrätty osani ravinnosta.
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9
|Provérbios 30:9|
Etten minä, jos minä ylen ravituksi tulisin, kieltäisi sinua ja sanoisi: kuka on Herra? eli, jos minä ylen köyhäksi tulisin, varastaisi, ja syntiä tekisi Jumalani nimeä vastaan.
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10
|Provérbios 30:10|
Älä kanna palvelian päälle hänen isäntänsä edessä, ettei hän sinua kiroilisi ja sinä niin nuhteeseen tulet.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva