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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Tito 3:1|
Neuvo heitä, että he päämiehille ja esivallalle kuuliaiset olisivat, että he kaikkiin hyviin töihin valmiit olisivat:
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|Tito 3:2|
Ettei he ketään pilkkaisi, eikä riitaiset olisi, vaan sopivaiset, osoittain kaikille ihmisille siveyttä.
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|Tito 3:3|
Sillä me olimme myös muinen taitamattomat, kovakorvaiset, eksyväiset, palvellen himoja ja moninaisia hekumia, ja vaelsimme pahuudessa ja kateudessa, vainoten ja vihaten toinen toistamme.
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|Tito 3:4|
Mutta sittekuin Jumalan meidän Vapahtajamme hyvyys ja rakkaus ihmisille ilmestyi,
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|Tito 3:5|
Ei vanhurskauden töiden kautta, joita me tehneet olemme, vaan laupiutensa kautta hän meidät autuaaksi teki, uuden syntymisen peson ja Pyhän Hengen uudistuksen kautta,
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|Tito 3:6|
Jonka hän meidän päällemme, Jesuksen Kristuksen meidän Vapahtajamme kautta, runsaasti vuodattanut on:
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|Tito 3:7|
Että me hänen armonsa kautta vanhurskaiksi tulisimme ja ijankaikkisen elämän perillisiksi toivon jälkeen.
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|Tito 3:8|
Tämä on totinen sana ja näitä minä tahdon sinun vahvasti opettaman, että ne, jotka Jumalan päälle uskoneet ovat, ahkeroitsisivat hyvissä töissä muiden edellä käydä: nämät ovat ihmisille hyvät ja tarpeelliset.
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|Tito 3:9|
Mutta hulluja tutkimisia, polvilukuja, riitoja ja kilvoituksia laista vältä; sillä ne ovat turhat ja kelvottomat.
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10
|Tito 3:10|
Eriseuraista ihmistä pakene, kun häntä kerta taikka kahdesti neuvottu on,
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva