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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Zacarías 4:1|
Ja enkeli, joka minun kanssani puhui, tuli jälleen ja herätti minun, niinkuin joku unestansa herätettäisiin.
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2
|Zacarías 4:2|
Ja sanoi minulle: mitäs näet? Mutta minä sanoin: minä näen, ja katso, kynttiläjalka seisoi kokonansa kullasta, ja malja sen pään päällä, ja seitsemän lamppua oli hänessä, ja seitsemän kauhaa kussakin lampussa, jotka olivat sen pään päällä.
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3
|Zacarías 4:3|
Oli myös sen tykönä kaksi öljypuuta: yksi maljan oikialla puolella ja toinen vasemmalla.
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4
|Zacarías 4:4|
Ja minä vastasin ja sanoin sille enkelille, joka minun kanssani puhui, sanoen: minun herrani, mikä se on?
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5
|Zacarías 4:5|
Ja enkeli, joka minun kanssani puhui, vastasi ja sanoi minulle: etkös tiedä, mikä se on? Mutta minä sanoin: en, minun herrani.
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6
|Zacarías 4:6|
Ja hän vastasi ja puhui minulle, sanoen: se on Herran sana Serubbabelista, joka sanoo: ei se pidä tapahtuman sotaväellä eikä voimalla, vaan minun hengelläni, sanoo Herra Zebaot.
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7
|Zacarías 4:7|
Kuka sinä olet, suuri vuori? jonka kuitenkin täytyy Serubbabelin edessä tasaiseksi kedoksi tulla; ja hänen pitää ensimäisen kiven laskeman, ja pitää huutaman: armo, armo olkoon hänelle!
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8
|Zacarías 4:8|
Ja Herran sana tapahtui minulle ja sanoi:
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9
|Zacarías 4:9|
Serubbabelin kädet ovat tämän huoneen perustaneet, hänen kätensä pitää myös sen päättämän, tietääkses, että Herra on minun lähettänyt teidän tykönne.
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10
|Zacarías 4:10|
Sillä kuka on se, joka nämät halvat päivät katsoo ylön? jossa kuitenkin pitää iloittaman, ja nähtämän muurin luoti Serubbabelin kädessä, ja ne seitsemän Herran silmää, jotka katselevat kaikkea maata.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva