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Vietnamese (1934) -
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|Esdras 7:1|
Sau các việc ấy, nhằm đời Aït-ta-xét-xe, vua Phe-rơ-sơ, có E-xơ-ra, là con trai Sê-ra-gia;
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|Esdras 7:2|
Sê-ra-gia con trai của Hinh-kia, Hinh-kia con trai của Sa-lum, Sa-lum con trai của Xa-đốc, Xa-đốc con trai của A-hi-túp.
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|Esdras 7:3|
A-hi-túp con trai của A-ma-ria, A-ma-ria con trai của A-xa-ria, A-xa-ria con trai của Mê-ra-giốt.
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|Esdras 7:4|
Mê-ra-giốt con trai của Xê-ra-hi-gia, Xê-ra-hi-gia con trai của U-xi,
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|Esdras 7:5|
U-xi con trai của Bu-ki, Bu-ki con trai của A-bi-sua, A-bi-sua con trai của Phi-nê-a, Phi-nê-a con trai của Ê-lê-a-sa, Ê-lê-a-sa con trai của A-rôn, là thầy tế lễ thượng phẩm.
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|Esdras 7:6|
E-xơ-ra nầy từ Ba-by-lôn đi lên. Người là một văn sĩ thạo luật pháp của Môi-se, mà Giê-hô-va Ðức Chúa Trời của Y-sơ-ra-ên đã truyền cho. Vì tay của Ðức Giê-hô-va phù trợ người, nên vua ban cho người mọi điều người xin.
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|Esdras 7:7|
Nhằm năm thứ bảy đời vua Aït-ta-xét-xe, có mấy người trong dân Y-sơ-ra-ên, trong bọn thầy tế lễ, và người Lê-vi, kẻ ca hát, người giữ cửa, và người Nê-thi-min, đều đi cùng người trở lên Giê-ru-sa-lem.
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|Esdras 7:8|
Tháng năm năm thứ bảy đời vua ấy, E-xơ-ra đến thành Giê-ru-sa-lem.
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|Esdras 7:9|
Vả, ngày mồng một tháng giêng, người ở Ba-by-lôn khởi hành; rồi ra nhờ tay nhân lành của Ðức Chúa Trời phù trợ, người đến Giê-ru-sa-lem ngày mồng một tháng thứ năm.
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|Esdras 7:10|
Vì E-xơ-ra đã định chí tra xét luật pháp của Ðức Giê-hô-va, giữ làm theo, và dạy cho dân Y-sơ-ra-ên biết những luật pháp và giới mạng.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva