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Vietnamese (1934) -
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40
|Esdras 2:40|
Các người Lê-vi: họ Giê-sua và Cát-mi-ên, con cháu của Hô-đa-via, bảy mươi bốn.
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|Esdras 2:41|
Những người ca hát: họ A-sáp, một trăm hai mươi tám.
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|Esdras 2:42|
Các con cháu kẻ giữ cửa: con cháu Sa-lum, con cháu A-te, con cháu Tanh-môn, con cháu A-cúp, con cháu Ha-ti-ta, con cháu Sô-bai, cộng hết thảy là một trăm ba mươi chín người.
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|Esdras 2:43|
Kẻ phục dịch trong đền thờ: Con cháu Xi-ha, con cháu Ha-su-pha, con cháu Ta-ba-ốt,
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44
|Esdras 2:44|
con cháu Kê-rốt, con cháu Sia-ha, con cháu Ba-đôn,
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45
|Esdras 2:45|
con cháu Lê-ba-na, con cháu Ha-ga-ba, con cháu A-cúp,
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46
|Esdras 2:46|
con cháu Ha-gáp, con cháu Sam-lai, con cháu Ha-nan,
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47
|Esdras 2:47|
con cháu Ghi-đên, con cháu Ga-cha, con cháu Rê-a-gia,
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48
|Esdras 2:48|
con cháu Rê-xin, con cháu Nê-cô-đa, con cháu Ga-xam,
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|Esdras 2:49|
con cháu U-xa, con cháu Pha-sê-a, con cháu Bê-sai,
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Sugestões

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10 de janeiro LAB 376
EGOLATRIA
Gênesis 31-33
Você está fugindo de alguma coisa? Quero convidá-lo a fugir. Vamos fugir? O quê? Precisamos fugir da idolatria. Talvez você imagine que não precisa fugir da idolatria, por não ter nenhum santuário cheio de imagens em casa. Mas cada um de nós corre o risco de idolatrar alguma coisa até mesmo secular. Na leitura de hoje, tem a história de pessoas que estavam muito apegadas a itens não-religiosos.
Muitos, ao ler Gênesis 31, encabulam-se em pensar numa possível conivência da parte de Deus, permitindo que seus patriarcas fossem religiosos idolátricos. E a pergunta é: “As estatuetas que Raquel roubou denotam que Jacó era idólatra?”
As estatuetas que as pessoas da família de Abraão usavam e que aparecesse na nossa Bíblia traduzidas como ídolos ou deuses, na realidade, não eram adoradas por eles.
No original hebraico, a palavra é “terafim”. Eram bonequinhos de barro usados como documentação de propriedades. Quem os possuía era dono dos bens materiais a que se referiam, como se fosse a escritura de uma fazenda.
Muitos anos depois, as pessoas passaram a adorar essas estatuetas. Daí sim, elas passaram a ocupar o contexto de idolatria. Por isso, vem a confusão ao se interpretar o texto hebraico do Antigo Testamento em saber se o terafim era um objeto de documentação ou de adoração.
No caso da família de Abraão, se você analisar bem o contexto, verá que a importância que as estátuas tinham para eles era de documentação e não de adoração porque:
a) Na fuga de Jacó e Raquel, com a perseguição de Labão, a motivação de seus confrontos era a preocupação com os bens materiais, a herança, o salário, etc.;
b) Eles não aparecem orando ou preocupados com a veneração a esses objetos;
c) Nessa história, eles sempre adoram ao Senhor;
d) Raquel chega a sentar-se em cima das estatuetas - ela jamais faria isso com o que considerasse santo.
A única idolatria que poderia estar se passando por ali era a de colocar os bens materiais na frente de Deus, nas prioridades do coração. Essa é a mesma idolatria na qual corremos o risco de cair hoje, pois onde está o nosso tesouro, também está o nosso coração (Mateus 6:21). Mas, nesse caso, o problema não está com o objeto idolatrado e sim com a disposição mental da pessoa relacionada ao objeto. O maior inimigo do homem é ele próprio. Nossa tendência é amar tanto o nosso ego, ao ponto extremo de colocá-lo acima de Deus. A egolatria também é pecado, porque nos aliena do Pai que está no Céu.
Lembre-se sempre de dar toda a honra, glória e louvor somente a Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva