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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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|Josué 14:11|
Rày tôi cũng còn mạnh khỏe như ngày Môi-se sai tôi đi; tôi vẫn còn sức mà tôi có hồi đó, đặng đi đánh giặc, hoặc vào ra.
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12
|Josué 14:12|
Vậy, hãy ban cho tôi núi này, mà Ðức Giê-hô-va đã phán đến trong ngày đó; vì bây giờ, ông đã hay rằng có dân A-na-kim và các thành lớn bền vững ở đó. Có lẽ Ðức Giê-hô-va sẽ ở cùng tôi, và tôi sẽ đuổi chúng nó đi, y như Ngài đã phán chăng.
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13
|Josué 14:13|
Giô-suê bèn chúc phước cho người, và ban Hếp-rôn cho Ca-lép, con trai Giê-phu-nê, làm sản nghiệp.
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14
|Josué 14:14|
Bởi cớ đó, Hếp-rôn bị ban cho Ca-lép, làm sản nghiệp cho đến ngày nay; vì người có trung thành vâng theo Giê-hô-va Ðức Chúa Trời của Y-sơ-ra-ên.
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15
|Josué 14:15|
Vả, khi xưa Hếp-rôn gọi là Ki-ri-át-a-ra-ba: A-ra-ba là người giềng giàng hơn hết trong dân A-na-kim. Từ đây về sau xứ được bình tịnh, không còn giặc giã.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva