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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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1
|Josué 19:1|
Phần đất thứ nhì bắt thăm trúng về chi phái Si-mê-ôn, tùy theo những họ hàng của chúng; sản nghiệp của chi phái này ở giữa sản nghiệp người Giu-đa.
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2
|Josué 19:2|
Chi phái Si-mê-ôn có trong sản nghiệp mình Bê -e-Sê-ba, Sê-ba, Mô-la-đa,
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3
|Josué 19:3|
Hát-sa-Su-anh, Ba-la, Ê-xem,
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4
|Josué 19:4|
Eân-thô-lát, Bê-thu, Họt-ma,
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5
|Josué 19:5|
Xiếc-lác, Bết-Ma-ca-bốt, Hát-sa-Su-sa,
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6
|Josué 19:6|
Bết-Lê-ba-ốt, và Sê-a-ru-chem: hết thảy mười ba thành cùng các làng của nó;
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7
|Josué 19:7|
A-in, Rim-môn, Ê-the, và A-san: hết thảy bốn thành cùng các làng của nó;
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8
|Josué 19:8|
luôn hết các làng ở chung quanh những thành ấy cho đến Ba-lát-Bê -e, tức là Ra-ma ở miền nam. Ðó là sản nghiệp của chi phái Si-mê-ôn, tùy theo những họ hàng của chúng.
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9
|Josué 19:9|
Sản nghiệp của người Si-mê-ôn vốn chiếc ở phần đất của người Giu-đa: vì phần của người Giu-đa lấy làm lớn quá; vậy người Si-mê-ôn có sản nghiệp mình tại giữa sản nghiệp của họ.
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10
|Josué 19:10|
Phần đất thứ ba bắt thăm trúng về người Sa-bu-lôn, tùy theo những họ hàng của chúng. Giới hạn của sản nghiệp họ chạy đến Sa-rít.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva