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Young's Literal Translation -
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7
|Esdras 4:7|
and in the days of Artaxerxes have Bishlam, Mithredath, Tabeel, and the rest of his companions written unto Artaxerxes king of Persia, and the writing of the letter is written in Aramaean, and interpreted in Aramaean.
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8
|Esdras 4:8|
Rehum counsellor, and Shimshai scribe have written a letter concerning Jerusalem to Artaxerxes the king, thus:
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9
|Esdras 4:9|
Then Rehum counsellor, and Shimshai scribe, and the rest of their companions, Dinaites, and Apharsathchites, Tarpelites, Apharsites, Archevites, Babylonians, Susanchites, (who are Elamites),
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10
|Esdras 4:10|
and the rest of the nations that the great and honourable Asnapper removed and set in the city of Samaria, and the rest beyond the river, and at such a time:
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11
|Esdras 4:11|
This [is] a copy of a letter that they have sent unto him, unto Artaxerxes the king: `Thy servants, men beyond the river, and at such a time;
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12
|Esdras 4:12|
Be it known to the king, that the Jews who have come up from thee unto us, have come in to Jerusalem, the rebellious and base city they are building, and the walls they have finished, and the foundations they join.
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13
|Esdras 4:13|
`Now, be it known to the king, that if this city be builded, and the walls finished, toll, tribute, and custom they do not give; and at length [to] the kings it doth cause loss.
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14
|Esdras 4:14|
Now, because that the salt of the palace [is] our salt, and the nakedness of the king we have no patience to see, therefore we have sent and made known to the king;
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15
|Esdras 4:15|
so that he doth seek in the book of the records of thy fathers, and thou dost find in the book of the records, and dost know, that this city [is] a rebellious city, and causing loss [to] kings and provinces, and makers of sedition [are] in its midst from the days of old, therefore hath this city been wasted.
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16
|Esdras 4:16|
We are making known to the king that, if this city be builded and the walls finished, by this means a portion beyond the river thou hast none.`
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva