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Young's Literal Translation -
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50
|Esdras 2:50|
Sons of Asnah, sons of Mehunim, sons of Nephusim,
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51
|Esdras 2:51|
Sons of Bakbuk, sons of Hakupha, sons of Harhur,
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52
|Esdras 2:52|
Sons of Bazluth, sons of Mehida, sons of Harsha,
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53
|Esdras 2:53|
Sons of Barkos, sons of Sisera, sons of Thamah,
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54
|Esdras 2:54|
Sons of Neziah, sons of Hatipha.
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55
|Esdras 2:55|
Sons of the servants of Solomon: sons of Sotai, sons of Sophereth, sons of Peruda,
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56
|Esdras 2:56|
Sons of Jaalah, sons of Darkon, sons of Giddel,
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57
|Esdras 2:57|
Sons of Shephatiah, sons of Hattil, sons of Pochereth of Zebaim, sons of Ami.
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58
|Esdras 2:58|
All the Nethinim, and the sons of the servants of Solomon [are] three hundred ninety and two.
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59
|Esdras 2:59|
And these [are] those going up from Tel-Melah, Tel-Harsa, Cherub, Addan, Immer, and they have not been able to declare the house of their fathers, and their seed, whether they [are] of Israel:
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva