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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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23
|Isaías 22:23|
And I will fasten him as a nail in a sure place; and he shall be for a throne of glory to his father's house.
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24
|Isaías 22:24|
And they shall hang upon him all the glory of his father's house, the offspring and the issue, every small vessel, from the cups even to all the flagons.
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25
|Isaías 22:25|
In that day, saith Jehovah of hosts, shall the nail that was fastened in a sure place give way; and it shall be hewn down, and fall; and the burden that was upon it shall be cut off; for Jehovah hath spoken it.
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1
|Isaías 23:1|
The burden of Tyre. Howl, ye ships of Tarshish; for it is laid waste, so that there is no house, no entering in: from the land of Kittim it is revealed to them.
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2
|Isaías 23:2|
Be still, ye inhabitants of the coast, thou whom the merchants of Sidon, that pass over the sea, have replenished.
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3
|Isaías 23:3|
And on great waters the seed of the Shihor, the harvest of the Nile, was her revenue; and she was the mart of nations.
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4
|Isaías 23:4|
Be thou ashamed, O Sidon; for the sea hath spoken, the stronghold of the sea, saying, I have not travailed, nor brought forth, neither have I nourished young men, nor brought up virgins.
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5
|Isaías 23:5|
When the report cometh to Egypt, they shall be sorely pained at the report of Tyre.
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6
|Isaías 23:6|
Pass ye over to Tarshish; wail, ye inhabitants of the coast.
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7
|Isaías 23:7|
Is this your joyous [city], whose antiquity is of ancient days, whose feet carried her afar off to sojourn?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva