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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Isaías 16:1|
Send ye the lambs for the ruler of the land from Selah to the wilderness, unto the mount of the daughter of Zion.
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2
|Isaías 16:2|
For it shall be that, as wandering birds, as a scattered nest, so shall the daughters of Moab be at the fords of the Arnon.
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3
|Isaías 16:3|
Give counsel, execute justice; make thy shade as the night in the midst of the noonday; hide the outcasts; betray not the fugitive.
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4
|Isaías 16:4|
Let mine outcasts dwell with thee; as for Moab, be thou a covert to him from the face of the destroyer. For the extortioner is brought to nought, destruction ceaseth, the oppressors are consumed out of the land.
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5
|Isaías 16:5|
And a throne shall be established in lovingkindness; and one shall sit thereon in truth, in the tent of David, judging, and seeking justice, and swift to do righteousness.
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6
|Isaías 16:6|
We have heard of the pride of Moab, [that] he is very proud; even of his arrogancy, and his pride, and his wrath; his boastings are nought.
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7
|Isaías 16:7|
Therefore shall Moab wail for Moab, every one shall wail: for the raisin-cakes of Kir-hareseth shall ye mourn, utterly stricken.
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8
|Isaías 16:8|
For the fields of Heshbon languish, [and] the vine of Sibmah; the lords of the nations have broken down the choice branches thereof, which reached even unto Jazer, which wandered into the wilderness; its shoots were spread abroad, they passed over the sea.
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9
|Isaías 16:9|
Therefore I will weep with the weeping of Jazer for the vine of Sibmah; I will water thee with my tears, O Heshbon, and Elealeh: for upon thy summer fruits and upon thy harvest the [battle] shout is fallen.
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10
|Isaías 16:10|
And gladness is taken away, and joy out of the fruitful field; and in the vineyards there shall be no singing, neither joyful noise: no treader shall tread out wine in the presses; I have made the [vintage] shout to cease.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva