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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Isaías 13:1|
The burden of Babylon, which Isaiah the son of Amoz did see.
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2
|Isaías 13:2|
Set ye up an ensign upon the bare mountain, lift up the voice unto them, wave the hand, that they may go into the gates of the nobles.
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3
|Isaías 13:3|
I have commanded my consecrated ones, yea, I have called my mighty men for mine anger, even my proudly exulting ones.
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4
|Isaías 13:4|
The noise of a multitude in the mountains, as of a great people! the noise of a tumult of the kingdoms of the nations gathered together! Jehovah of hosts is mustering the host for the battle.
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5
|Isaías 13:5|
They come from a far country, from the uttermost part of heaven, even Jehovah, and the weapons of his indignation, to destroy the whole land.
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6
|Isaías 13:6|
Wail ye; for the day of Jehovah is at hand; as destruction from the Almighty shall it come.
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7
|Isaías 13:7|
Therefore shall all hands be feeble, and every heart of man shall melt:
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8
|Isaías 13:8|
and they shall be dismayed; pangs and sorrows shall take hold [of them]; they shall be in pain as a woman in travail: they shall look in amazement one at another; their faces [shall be] faces of flame.
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9
|Isaías 13:9|
Behold, the day of Jehovah cometh, cruel, with wrath and fierce anger; to make the land a desolation, and to destroy the sinners thereof out of it.
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10
|Isaías 13:10|
For the stars of heaven and the constellations thereof shall not give their light; the sun shall be darkened in its going forth, and the moon shall not cause its light to shine.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva