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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Isaías 30:1|
Woe to the rebellious children, saith Jehovah, that take counsel, but not of me; and that make a league, but not of my Spirit, that they may add sin to sin,
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2
|Isaías 30:2|
that set out to go down into Egypt, and have not asked at my mouth; to strengthen themselves in the strength of Pharaoh, and to take refuge in the shadow of Egypt!
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3
|Isaías 30:3|
Therefore shall the strength of Pharaoh be your shame, and the refuge in the shadow of Egypt your confusion.
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4
|Isaías 30:4|
For their princes are at Zoan, and their ambassadors are come to Hanes.
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5
|Isaías 30:5|
They shall all be ashamed because of a people that cannot profit them, that are not a help nor profit, but a shame, and also a reproach.
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6
|Isaías 30:6|
The burden of the beasts of the South. Through the land of trouble and anguish, from whence come the lioness and the lion, the viper and fiery flying serpent, they carry their riches upon the shoulders of young asses, and their treasures upon the humps of camels, to a people that shall not profit [them].
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7
|Isaías 30:7|
For Egypt helpeth in vain, and to no purpose: therefore have I called her Rahab that sitteth still.
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8
|Isaías 30:8|
Now go, write it before them on a tablet, and inscribe it in a book, that it may be for the time to come for ever and ever.
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9
|Isaías 30:9|
For it is a rebellious people, lying children, children that will not hear the law of Jehovah;
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10
|Isaías 30:10|
that say to the seers, See not; and to the prophets, Prophesy not unto us right things, speak unto us smooth things, prophesy deceits,
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva