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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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32
|2 Crônicas 34:32|
Og han lot alle som fantes i Jerusalem og Benjamin, trede inn i pakten; og Jerusalems innbyggere gjorde efter den pakt de hadde inngått med Gud, sine fedres Gud.
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33
|2 Crônicas 34:33|
Og Josias tok bort alle vederstyggeligheter fra alle de land som hørte Israels barn til, og han holdt alle som fantes i Israel, til å tjene Herren sin Gud. Så lenge han levde, vek de ikke av fra Herren, sine fedres Gud.
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1
|2 Crônicas 35:1|
Så holdt Josias påske for Herren i Jerusalem, og de slaktet påskelammet på den fjortende dag i den første måned.
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2
|2 Crônicas 35:2|
Han satte prestene til det de skulde vareta, og styrket dem til tjenesten i Herrens hus.
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3
|2 Crônicas 35:3|
Og han sa til levittene, som lærte hele Israel, og som var helliget til Herren: Sett den hellige ark i det hus som Israels konge Salomo, Davids sønn, har bygget! I har ikke mere noget å bære på skuldrene; tjen nu Herren eders Gud og hans folk Israel!
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4
|2 Crônicas 35:4|
Gjør eder rede efter eders familier, i eders skifter, således som det er foreskrevet av Israels konge David og av hans sønn Salomo,
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5
|2 Crônicas 35:5|
og still eder op i helligdommen efter eders brødres, det menige folks familie-avdelinger, således at det på hver av dem kommer en avdeling av en levitt-familie!
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6
|2 Crônicas 35:6|
Slakt så påskelammet og hellige eder og lag det til for eders brødre, så I gjør efter Herrens ord ved Moses!
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7
|2 Crônicas 35:7|
Josias gav det menige folk tretti tusen stykker småfe, lam og kje, alt sammen til påskeoffer for alle som var der, og likeledes tre tusen stykker storfe; dette gav kongen av sin egen eiendom.
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8
|2 Crônicas 35:8|
Og hans høvdinger gav frivillige gaver til folket, til prestene og levittene; Hilkias og Sakarja og Jehiel, forstanderne for Guds hus, gav prestene to tusen og seks hundre stykker småfe til påskeoffer og tre hundre stykker storfe.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva