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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|2 Crônicas 2:1|
Salomo tenkte nu på å bygge et hus for Herrens navn og et hus for sig selv til kongebolig.
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2
|2 Crônicas 2:2|
Han tok ut sytti tusen mann til bærere og åtti tusen til stenhuggere på fjellene og tre tusen og seks hundre til opsynsmenn over dem.
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3
|2 Crônicas 2:3|
Så sendte han bud til kongen i Tyrus Hiram og lot si: Gjør nu for mig det samme som du gjorde for min far David da du sendte ham sedertre, så han kunde bygge sig et hus til å bo i!
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4
|2 Crônicas 2:4|
Nu vil jeg bygge et hus for Herrens, min Guds navn og hellige det til ham, så vi kan brenne velluktende røkelse for hans åsyn og legge frem de daglige skuebrød og ofre brennoffere morgen og aften på sabbatene og nymåne-dagene og på Herrens, vår Guds høitider; dette er pålagt Israel for alle tider.
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5
|2 Crônicas 2:5|
Og det hus som jeg vil bygge, skal være stort; for vår Gud er større enn alle guder.
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6
|2 Crônicas 2:6|
Men hvem makter vel å bygge ham et hus? Himlene og himlenes himler rummer ham ikke. Hvem er da jeg, at jeg skulde bygge ham et hus? Jeg vil bare brenne røkelse for hans åsyn.
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7
|2 Crônicas 2:7|
Så send mig nu en mann som er kyndig i å arbeide i gull og sølv og kobber og jern og i purpurrød og karmosinrød og blå ull, og som forstår sig på å skjære ut billeder, så han kan arbeide sammen med de kunstforstandige menn som jeg har her i Juda og Jerusalem, og som min far David har kalt til dette.
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8
|2 Crônicas 2:8|
Send mig også sedertre, cypresstre og sandeltre fra Libanon; for jeg vet at dine tjenere forstår sig på å hugge trærne på Libanon, og mine tjenere skal arbeide sammen med dine,
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9
|2 Crônicas 2:9|
så jeg kan få tre i mengdevis; for det hus jeg vil bygge, skal være stort og prektig.
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10
|2 Crônicas 2:10|
Og tømmerhuggerne, dine tjenere som feller trærne, vil jeg gi tyve tusen kor tresket hvete og tyve tusen kor bygg og tyve tusen bat vin og tyve tusen bat olje.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva