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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|2 Crônicas 7:1|
Da Salomo hadde endt sin bønn, falt det ild ned fra himmelen og fortærte brennofferet og slaktofferne, og Herrens herlighet fylte huset.
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2
|2 Crônicas 7:2|
Og prestene kunde ikke gå inn i Herrens hus; for Herrens herlighet fylte Herrens hus.
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3
|2 Crônicas 7:3|
Alle Israels barn så hvorledes ilden falt ned, og Herrens herlighet kom over huset; da kastet de sig ned på gulvet med ansiktet mot jorden og tilbad og lovet Herren, fordi han er god, og hans miskunnhet varer evindelig.
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4
|2 Crônicas 7:4|
Og kongen og alt folket ofret slaktoffer for Herrens åsyn.
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5
|2 Crônicas 7:5|
To og tyve tusen stykker storfe og hundre og tyve tusen stykker småfe var det slaktoffer som kong Salomo bar frem. Således var det kongen og alt folket innvidde Guds hus.
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6
|2 Crônicas 7:6|
Og prestene stod på sine poster, og levittene stod med Herrens musikkinstrumenter, som kong David hadde latt gjøre til å prise Herren med, fordi hans miskunnhet varer evindelig; for David lot dem* utføre lovsangen. Men prestene stilte sig midt imot dem og blåste i trompeter, mens hele Israel stod. / {* levittene.}
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7
|2 Crônicas 7:7|
Og Salomo helliget den midterste del av forgården som var foran Herrens hus; for der ofret han brennofferne og fettstykkene av takkofferne, fordi kobberalteret som Salomo hadde gjort, ikke kunde rumme brennofferet og matofferet og fettstykkene.
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8
|2 Crônicas 7:8|
I syv dager feiret Salomo dengang festen*, og hele Israel med ham, en stor mengde folk som var kommet sammen like fra Hamatveien og til Egyptens bekk. / {* 1KG 8, 2.}
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9
|2 Crônicas 7:9|
Og på den åttende dag holdt de en festforsamling; for alterets innvielse feiret de i syv dager og festen i syv dager.
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10
|2 Crônicas 7:10|
På den tre og tyvende dag i den syvende måned lot han folket fare hjem igjen, glade og vel til mote over det gode Herren hadde gjort mot David og Salomo og mot sitt folk Israel.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva