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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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20
|2 Reis 18:20|
Du sier - men det er bare tomme ord - : Her er innsikt og styrke nok til krig. Til hvem setter du da din lit, siden du har gjort oprør mot mig?
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21
|2 Reis 18:21|
Nuvel, du setter din lit til Egypten, denne knekkede rørstav, som når en støtter sig på den, går inn i hans hånd og gjennemborer den; således er kongen i Egypten Farao for alle dem som setter sin lit til ham.
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22
|2 Reis 18:22|
Men sier I til mig: Vi setter vår lit til Herren vår Gud - er det da ikke hans offerhauger og altere Esekias har tatt bort, da han sa til Juda og Jerusalem: For dette alter skal I tilbede, her i Jerusalem?
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23
|2 Reis 18:23|
Men gjør nu et veddemål med min herre, kongen i Assyria: Jeg vil gi dig to tusen hester om du kan få dig folk til å ride på dem.
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24
|2 Reis 18:24|
Hvorledes skulde du da kunne drive tilbake en eneste stattholder, en av min herres ringeste tjenere? Derfor setter du din lit til Egypten og håper å få vogner og hestfolk derfra.
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25
|2 Reis 18:25|
Mener du da at jeg har draget op mot dette sted for å ødelegge det, uten at Herren har villet det? Nei, Herren har selv sagt til mig: Dra op mot dette land og ødelegg det!
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26
|2 Reis 18:26|
Da sa Eljakim, Hilkias' sønn, og Sebna og Joah til Rabsake: Tal til dine tjenere på syrisk, for vi forstår det sprog, og tal ikke til oss på jødisk, så folket som står på muren, hører det!
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27
|2 Reis 18:27|
Men Rabsake svarte: Er det til din herre og til dig min herre har sendt mig for å tale disse ord? Er det ikke til de menn som sitter på muren og må ete sitt eget skarn og drikke sitt eget vann likesom I selv?
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28
|2 Reis 18:28|
Og Rabsake trådte frem og ropte med høi røst på jødisk og talte således: Hør den store konges, den assyriske konges ord!
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29
|2 Reis 18:29|
Så sier kongen: La ikke Esekias få narret eder! For han makter ikke å redde eder av hans hånd.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva